sexta-feira, dezembro 22, 2006



Saudades desta menina,
que é tão mulher quanto eu,
que está mais pero de mim do que
todo o mundo que me cerca...

Minha paixão cincera de menina...
que encontro quando mais preciso,
e que não importa, razão ou motivo,
Eu amo.

Não preciso de prova ou pedido,
pra saber que também me ama
com a pureza de nossas ambições...

Sem sim ou não,
sem palavras, sem presença...
e sem ausência.

Sei que caminho ao seu lado
todos os dias de minha vida.

Te amo gabriela!!!
aqui , lá, e sempre.

=*

sábado, dezembro 16, 2006

Eu sei...

Maldições que cortam tempestades,
ecoarão até o fim os nossos nomes;
Imortais susurros da boca do desejo.

Depois de mergulhar no último espelho,
Depois de ver em ti tudo o que vejo,
não haverá volta.

Só espero...não me perder, em ti.
Manter alguma voz frente ao deslumbramento,
e saí ilesa, costurando os ferimentos mais profundos...

como todos, eu sabia.
Eu sei que assim seria.
E, mesmo assim, queria...

E quero.
já me apaixonei muitas vezes...
sempre com a intensidade do desejo,
Mas, era mais fácil sair...

De poucos lembro o nome,
poucos tornei a ver...
pouco me importa.

Trocava tudo.
Me despia a alma, e saia.
Sem amigos, sem amores, e, saia.
Sem medos, sem vontades,e, saia.

Eu, meus espíritos e minhas maldições.
e, me apaixonava.

Mas essa alma,
acho, que é a verdadeira...
e choro por mim,
e choro por ti...
e não saio.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Fernando

Toda vez q me resolvo,
Conheço um menino/homem/moço
Tão único e inusitado, que me apaixona...
E é o mesmo Fernando que estou cansada de ver...
Fernando, este nome se torna tão aconchegante na minha boca
que está virando qualidade...

Um menino.. com a firmeza de um Deus,
e a leveza dos raios do sol ao me acariciar o rosto ao fim do dia
Um moço tão cheio de vida, que me atordoa;
O bobo da corte que desdenha de tudo;
O velho ranzinza que se cansou de si...
O homem que vive um dia de cada vez...
pela grandeza de sus sonhos.


Fernando

sábado, dezembro 09, 2006

imaginei um lugar...
onde posso te encontrar
nos teus domínios, quem sabe,

E logo lembro de tempos passados,
no meio do nada sentados,
pernas cruzadas e mãos unidas,

O escuro breu do palco,
e em cena, dois holofotes...

as noites se preenchiam,
os textos sempre fugiam
e tudo ERA.

te tinha todo o tempo,
do raiar ao raiar do dia,
E, me tinha nestas noites.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Quando te vejo...

Sei que é um mar.
Um rodamoinho infinito.
Meu grito, em noite de lua cheia.
O prazer de corpos nus se banhando na areia
Um terno instinto,
Nada eterno.
Um gole de vinho amargo de ...
O silêncio pesado nos lábios,
Se arrastando,
Até um próximo...
“Adeus”