quinta-feira, maio 21, 2009

Maionese de Cenoura


Ingredientes:
2 cenouras médias
1 dente de alho
Suco de 1/2 limão
1 colher de óleo
sal

PREPARO: Cozinhe cenouras até amolescerem, e deixe esfriar.
Corte a cenoura cozida em pedaços e bata no liquidificador com um pouquinho do próprio caldo, adicionando o alho, o limão, o óleo e o sal.



Dicas:
Você também pode adicionar orégano, salsa, o próprio talo da cenoura, beterraba, enfim, soltar a imaginação.

segunda-feira, maio 18, 2009

sexta-feira, maio 08, 2009

Fazer xixi no banho para economizar água...


Uma campanha da Fundação SOS Mata Atlântica lançada nesta semana encoraja os brasileiros a fazer xixi enquanto tomam banho como uma forma de reduzir o uso de água. Segundo a fundação, ao fazer isso, cada pessoa economiza uma descarga por dia, equivalente a cerca de 12 litros de água. Em um ano, a economia total seria de 4.380 litros de água potável por pessoa. A campanha foi criada pela agência F/Nazca e tem um sapo como protagonista.

No material, a Ong explica que a prática não é anti-higiênica, já que 95% da urina é água e que os outros 5% são compostos por uréia e sal. A organização orienta os voluntários a fazer xixi no início do banho.

A campanha tem divulgação na internet com um site institucional (www.xixinobanho.com.br) e em comunidades de relacionamento - podem procurar no Orkut.

"estamos fazendo a conta errrada"


Quando o navio petroleiro Exxon Valdez naufragou nas costas do Alaska, foi necessário contratar inúmeras empresas para limpar as costas, o que elevou fortemente o PIB da região. Como pode a destruição ambiental aumentar o PIB? Simplesmente porque o PIB calcula o volume de atividades econômicas, e não se são úteis ou nocivas. Na metodologia atual, a poluição aparece como sendo ótima para a economia, e o IBAMA vai aparecer como o vilão que a impede de avançar. A análise é de Ladislau Dowbor.

breve explicação sobre o PIB e sobre como e porque tem muita coisa errada nesta história

sábado, abril 11, 2009

Em campo, ou "em praça", no caso..







Um trabalho de final de semestre me levou a esta situação: uma tarde e parte da noite em uma praça em pleno sábado de alelúia. Ao chegar, encontrei a praça da Gentilândia com aquela aparêncioa de abandono por conta do feriado. Cheguei meio sem jeito, fui fotografando umas frutas caídas no chão... O objetivo dessa pesquisa é levantar as relações existentes entre as árvores frutíferas dos espaços publicos com as pessoas que frequentam tais espaços.
Demorei muito para escolher esta praça, mas os resultados estão se mostrando surpreendentes! Apesar do susto de ter um rapaz querendo levar minha bolsa logo que me aproximei de um grupo de moradores de rua... Mas por sorte, ou talvez bem mais que isso, um dos rapazes, o Rodrigo, mandou o cara embora e os outros me acalmaram. Passado o susto,um dos rapazes,o Maurício, subiu numa das mangueira para me mostrar como eles sobem.
E pude anotar algumas coisas que me chamaram a atenção:
Há umas varetas de metal que são cravadas nos troncos das mangueiras para facilitar a subida.
Outra coisa interessante é que os frutos são colhidos, guardados para amadurecer e vendidos! Issos mesmo, vendidos, pelos moradores de rua que frequantram a praça para os moradores do entorno e para o pessoal das barracas que vendem lanches!
Mais surpreendente que toda esta teia de relações, só o comentário do Maurício, que apos explicar sobre a coleta e a comercialização, completou: "essas mangas são melhhores que as vendidas por aí, por que não são amadurecidas com carboreto"! Isso realmenente eu não esperava ouvir...Salve o mundo globalizado!

quinta-feira, abril 09, 2009

Ser uma música...





Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire



Estava ocupadamente abrindo o meu e-mail, quando encontrei um teste que dizia qual musica do Los hermanos cada pessoa é... Bem, adoro testes.. não pude resistir. E heis o resultado. Sou mesmo eu1 algo exagerado e meio sem noção.
O teste é curtinho e o resultado meio surpreendente. Quer testar?
Que Música dos Los Hermanos Você é?

terça-feira, abril 07, 2009

escrever

Escrever sobre o que quer que seja, é tentar fugir um pouco...
Deixar de lado a própria vida.
Falar sobre algo que se (des)conhece
Parece mais simples..
Mas é uma (des)construção do que se espera,
Da demora, da hora, do tempo...
E os ponteiros se arrastam mais devagar...
E tudo corre...
Menos a mão. Que discorre...
Antes de concretizar alguma (in)certeza

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Voltar


Não que eu seja assim muito paranóica, mas é que realmente morro de medo de eletricidade - aparelhos ligados,fios elétricos, tomadas... as vezes até passo ver4gonha com certos sustos. aqui em casa, que costuma ligar tudo na tomada são meus irmãos. Tenho muito a agradecer a eles pela paciencia: Obrigada monstrinhos do meu coração!
Mas o estranho mesmo foi um sonho q tive esta noite... nossa. Não lembro mais de tudo, só do principal. Estava andando em uma noite muito escura por uma rua deserta. eu e minha irmanzinha. Caminhávamos despreocupadas apesar do cenário um tanto quanto desolador. E de repente começa a chover em um lugar bem perto. Víamos uma cortina de chuva logo em frente, e nessas coisas estranhas que só acontecem mesmo em sonhos, continuamos a andar até que um raio cai em uma árvore perto de onde estávamos, era um cajueiro, queperde um galho ao ser atingido. e ejo claramente a eletricidade se desenhando em raios que se aspalhavam reluzindo um brilho de luar pelo chão de asfalto.
Era a beleza mais assustadora que já tive o privilégio de presenciar. E como um lago de gelo, o asfalto frio se rachava em brilho estrelar, pare derreter-se e voltar ao que era. Numa sensação de alívio logo interrompida pelo próximo raio, que caía no mesmolocal, carbonizando o galho caído e chegando bem mais perto. Um passo era o que nos separava o completo pavor da mais profunda calmaria... Um passo e era tudo o que eu não sabia o que fazer: impedir que minha pequena fosse em frente, e quanto mais rápido tudo acontecia, mais lentamente o tempo se desdobrava...
Sabe láo que é temer a beleza mais pura... E não me recordo de mais nada além da queda de minha pequena e do caldo de luar que escorria preenchendo as frestas imaginárias no asfalto. A acaba este único ato por detras de uma cortina de chuva.
Talvês seja esta a mágica dos sonhos... nos leva a viver e a morrer e poder voltar para, sei láo que diabos fazer com isso.

quinta-feira, outubro 23, 2008

DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL

Por Frei Betto



Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos,recolhido s em paz em seus mantos cor de açafrão.

Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foià aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom,então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não',retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'. 'Que tanta coisa?',perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e supermulheres totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um super executivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluíremaulas de meditação!

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias deginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha,uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Antes, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto,em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi­nho de prédio ou de quadra! Tudo évirtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.

A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.

A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá ese apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de quefelicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar esterefrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.

Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber ahistória daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral;hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinhade esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's.

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.'Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego,também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial deAtenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser FELIZ'

sábado, outubro 11, 2008

segunda-feira, agosto 18, 2008

domingo, julho 13, 2008

ODE AO GATO






por: Artur da Távola

Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.

Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
“Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige.

O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.

Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).

Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.

O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.

Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.

Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.

Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.

O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber.

domingo, julho 06, 2008

Opinião...

fazendo a costumeira leitura de meus e-mails, não pude deixar de prestar atenção na seguinte mensagem:
NOSSA ESCOLA

Vinhemos à Terra estudar ,
Reduzir nosso orgulho
Para a vida melhorar

O ser humano é responsável
Pelas portas que fechar
O nó que construir, ele tem de desatar

Ninguém vem do acaso,
Uns dos outros somos instrumentos
De progresso e elevação

O aborto é mazela
Interrompe a porta de entrada
A escola fica fechada


assim fico pensando - e decidindo se coloco em discussão nacional, ou apenas se escrevo para minha agendinha... ou se ignoro e deixo de me importar com nossa ABSURDA espécie...

tem muita gente no mundo, de modo a não sabermos administrar.
nem todos tem condições (sejam financeiras, estruturais ou emocionais) para criar crianças - irresponsabilidade é um grande problema... o que nos leva a não poder levar muito a sério a parte das medidas contraceptivas ao se lidar com IRRESPONSABILIDADE, seja ela adolescente ou não.

Paremos um pouco para pensar no tanto que nossas vidas estariam melhores se nossas ações fossem mais conscientes - falo em termos noção de suas conseqüências -, isso geralmente acontece quando elas já estão a se apresentar a nós... Não creio que seja tão diferente com a gravidez. Principalmente tratando-se de uma geração pós - HIV (ou em que a imunodeficincia já não se apresenta de forma tão grave quanto a uns vinte anos atrás).

Parando pra pensar - acho que se uma pessoa não tem condições de ter uma criança, é bom que ela não a tenha. isso ajudaria a amenizar nossa superpopulação sedenta de recursos naturais, assim como diminuiria consideravelmente o lucro de psiquiatras, psicólogos e fast-foods... pois teríamos menos pessoas problemáticas e paranóicas no mundo - algumas superam.. outras não.

Mas realmente acho que a maior questão aqui é: por que diabos é tão hediondo algo que se faz a todo instante? abortamos, ou melhor nossa sociedade - seja por total incapacidade ou por puro sadismo... é algo ainda a se examinar - transforma jovens crianças felizes e capazes em mortos-vivos, sem direitos ou condições de vida. Não seriam melhor que não tivessem nascido, a ter que passar uma vida a puxar carroças, catando alimentos do lixo alheio, sendo ignorados, excluídos, morrendo aos poucos - seja sob o céu cinzento e poluído das grandes metrópoles ou em latifúndios alheios com secas e enchentes...

acho que essa idéia de valor da vida é tão relativa... depende de que vida: a sua ou a de outra pessoa? E em que tempo?

Na maior parte da nossa história, matar pessoas é bom.Para isso inventamos as guerras. assim ganhamos, recursos, títulos, prêmios e tecnologia enquanto nos matamos poelas mais absurdas razões...

Assim eu pergunto, o que há de tão hediondo se alguém que não se acha capaz de ter uma criança - e que prova isso tendo irresponsabilidade o suficiente para, mesmo não querendo um filho, engravidar - impedir que essa criança indesejada nasça, consuma recursos naturais, não se encontre direito em nossa sociedade caótica e morra... de todas as formas que podemos matar alguém - inclusive pelo total e completo descaso.

Tem aqui um cara que fala muito bem do assunto, no meu entendimento. Assistam, vale a pena^^



quinta-feira, julho 03, 2008




coisas estranhas da vida...
andei repensando, e pensando, e dispensando...
e vi meu coração assim...

sexta-feira, abril 11, 2008

quinta-feira, abril 10, 2008


já falaram sobre mim de diversas maneiras, um moço que adoro me disse o quão assustadora e bela posso ser... outro de minhas qualidades de estrela que cai - realizando desejos- ...

Já tive Fãs, protegidos e protetores, já colecionei perdões, sermões, grilhões e amores.

Nem sei direito a quantas andam minhas cores...
sou tímida, ou temida caso me tentem, meus temores...

fui o que imaginei e o que me imaginaram. acho que fui o que quiseram e o que proibiram... Tentei agradar, tentei revidar e não me importar.... Mas me atirei de cabeça num mergulho cego rumo à sorte...
e esta sorriu de olhos fechados esperando o desejo...

sorvi o que quis de tudo o que tive... E me dei o que pude a todos que amei...

serei a promessa de algo que quero

mas por hora sou, apenas o que podem ver.

e estou de volta^^

domingo, setembro 23, 2007


Meu corpo leve em tuas mãos.
Beijo de olhares...
A valsa.
A farsa, o jogo.
E, durante um curto intervalo,
Tudo é como inventamos.

Cada passo um terremoto
Enfurecidos,
Sem remorso,
Devoramos nossos dias.

Somos dois desconhecidos
Forçadamente unidos,
Por nossa própria vontade.

quinta-feira, setembro 20, 2007

bandinha punkada essa!



a Bulimia é sem sombra de dúvida uma banda feminina feminista/feminista que luta justamente contra a cultura machista e patriarcal de nossa sociedade, que trata as mulheres como simples objeto, que deve seguir um padrão estereotipado de beleza para serem aceitas. São agressivas, inteligentes e tem rítimo (ou a ausência de rítimo que bem se enquadra na cultura punk rock)!
no site delas tem umas músicas demo que estou uvindo agora...
adorei!

terça-feira, julho 10, 2007

sabado foi um dia muito especial. acordei com todo o dia só pra mim e para uma festa de casamento as sete da noite.
como não ando muito acostumada com todo esse tempo "livre", resolvi me arrumar. primeiro banho, depilação, segundo banho cuidar das unhas, amaciar o corpo...
mas o dia de princesa se interrompe cruelmente pela realidade: é meu dia de cozinhar.
Sem problemas... é só levar na esportiva... trbalaho feito ( e gostoso) posso voltar pra brincadeira.
Hora da escolha de vestidos, nenhum presta direito. Resolvo me livrar de uns... e vou pro salão cortar o cabelo e fazer a maquiagem: nem demorou muito menos de duas horas.
fiz franja, e uma maquiagem bem fraquinha... e cinco e meia já estva pronta para que meu princepe encantador viesse me buscar.
E ele demorou quase meia hora... dia de coisas estranha: eu me cuidando, meu anjo se atrasando, o salão ser rápido, não ter nenhum trabalho... se fosse sonho eu apostaria no bicho preguiça mas aquela demora me fazia parecer pesadelo. A casa só. Eu e o nosso pit bull homossexual e violento... Já estva escurecendo, mas quando se espera o tempo de repaente esquece da gente.
E ele veio, como eu quase não mais esperava ^^
Veio lindo. Parecendo um "Sherloc Holmes".
A viagem foi tranquila e meu cabelo por sorte, e obra do cabeleireiro, não se assanho quase nada com o capacete.

Chegamos na Igreja, era um casamento católico, ¬¬, cedo. Ainda estavam apenas os frequentadores habituais do lugar... E logo ele descobriu que faltava as credenciais da recepção. ele foi em casa e eu fiquei lá, tentando puxar assunto com alguma beata, mas o acolhedor que inventou de querer me acolher ^^
Achei muito engraçado ele dizer que era raro moças comportadas como eu (nem sabia que seria capaz de enganar tanto), provavelmente o comentário foi porque meu vestido era longo e sem decote, além da maquiagem leve. Ele perguntou se eu era casada e, pasmem falou que uma irmã dele se casou aos doze anos - e eu que pensava que tinhamos saido do século XVII.
Felizmente a animada conversa foi interrompida com a chegada de um carro. Chegou o Noivo. Fábiuo estava lindo no terno! parecia nervoso e quando me aproximei estava frio.
Logo começaram a chegar os convidados em em pouco tempo já se formavam rodas de conversas bem definidas - meninas para um lado e rapazes no outro. Eu que sou metida fui me aproximando do noivo e praticamente não desgrudei dele. Gentilmente ele me apresentou aos deconhecidos ^^. Me surpreendeu foi como: como possivel esposa de seu irmão. Essa eu gostei. estou já assumindo que quero passar a vida com meu anjo-menino.
A festa foi linda, mas não pude aproveitar. Passei a maior parte do tempo tentando filmar a cerimonia. parei na hora da chuva de pétalas da saida. a diferença é muito grande entre a visão através de uma tela e ao natural...
A festa depois foi boa, as taças me deram um pouco de malancolia- isso quem sabe eu tente explicar depois- e o moço andando de um lado pro outro me dava uma imapiencia... se pudesse puxava ele de volta pro meu lado. Mas achei melhor não fazer isso. Nem sei se realmente pensei a sério... só sei que meus humores variaram muito, alegria pelos noivos, melancolia pelas taças, impaciencia com meu escolhido, ciume pela compania da ex que ele mais amou, e que volta e meia tenho certeza de que ele ainda ama como no dia em que a conheceu - isso é crise de insegurança, espero.
Mas estava constantemente me alegrando pelos noivos, falando nisso como era de se esperar a Noiva estva DI_VI_NA!e as festa animada a musica era boa que até tentei dançar uma, duas vezes. Na terceira foi meio estranho o forro pé de seeera convidava e a moça o chamou só que eu percebi isso enquanto terminava de convidar meu menino pra dançar ¬¬. (isso deve ter sido ruim pra ele)
Eu não sei nada de dança, mas me esforçei e se não tivesse que tirar os pés do chão até enganaria... achei gostoso o movimento - ele sabe dançar- o leve roçar dos corpos o calor de estar perto a musica inocente... me esqueci de todo o resto. mas logo mudou o ritimo e ele não quis continuar, pareceu irritado, ou apenas impaciente com minha inabilidade, sei lá. ^^
No mais foi bom, bebi, comi doces e arroz com salada, choveu, e, nosssa! quase me esqueçoo!
Quando a noiva finalmente jogou o bouquet, ele caiu perto e eu peguei, mas uma mulher puxou da minha mão ficando apenas umas pétalas de rosa vermelha. Bem sem problema...
O engraçado é que o meu anjo pegou o "cravo" jogado por seu irmão - tive a impressão de que foi mirado nele, mas acho que mesmo assim conta...
Bem a festa acabou, um bando de mal-educados levou os arranjos das mesas, e era tarde. mas ele me trouxe em casa. Agindo como marido ^^ ele explicou que eu não podia perder minha aula.
Achei bonitinho.
Ao ser entregue ele me deu um beijo de despedida e agradeci a (aula de) dança - o que não pegou bem... nada demais.
Só uma coisa que não entendo muito bem: pq o beijo tem que ser no final?
bem foi isso. precisava contar. talvez depois eu escreva sobre a melancolia das taças... mas eu demoro pra parar e escrever.