sexta-feira, novembro 27, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
Ensaios culinários
Toda quarta-feira é meu dia de cozinhar em casa...Na verdade não sou muito fa de cozinhar só, é meio melancólico... por isso resolvi fazer este "trabalho" virar brincadeira...
Bem, as pessoas sempre me perguntam o que eu como, pois sou vegetariana desde o namoro de meus pais... então porque não registrar o trabalho, ou neste caso o resultado do trabalho e comentar a experiencia- até como forma de voltar a escrever no blog... Hesitei por algum tempo em postar de verdade (a primeira foto que bati foi da semana passada)mas agora acho que faz todo o sentido. Mostrar diariamente a comida vegetariana da minha casa, pelo menos no meu dia de cozinhar. ^^
Bem, na ultima quarta foi feito um pimentão recheado com caju.
comprei os cajus maduros e os espremi com as mãos desfiando o bagaço e temperando com sal, alho e água de azeitonas. Fritei um pouquino de alho em uma panela e coloquei cebola e a fibra do caju temperada, enquanto mexia fui adicionando curry, orégano, rodelas de palmito e pedaços de azeitona. Cortei alguns pimentões ao meio, retirei as sementes e enchi cada metade com o caju.
Quando falei o que seia o prato minha irmã olhou com cara de nojo... Mas quando os pimentões começaram a cheirar no gril... Ela até provou - e olha que ela ODEIA pimentão!!
terça-feira, novembro 03, 2009
terça-feira, outubro 20, 2009
Poema achado numa pasta antiga...
Realmente o tempo é uma coisa maravilhosa! nos traz e leva as coisas, ciclicamente.. até que tenhamos capacidade de aprovita-las de uma maneira...
Rabisquei a alguns anos este texto que segue logo abaixo, e nem sabia o quão belo era... tanto que o guardei econdido até de minha memória...
Eis o texto:
"São tão belas, as estrelas,
com seu brilho que oscila entre o extase,
e o silêncio....
Pulsam. Num saber ser que,
por um instante,
as faz maior que todo o universo..."
Estrela Delírio - eu quando não me reconheço escrevendo -
=)
Rabisquei a alguns anos este texto que segue logo abaixo, e nem sabia o quão belo era... tanto que o guardei econdido até de minha memória...
Eis o texto:
"São tão belas, as estrelas,
com seu brilho que oscila entre o extase,
e o silêncio....
Pulsam. Num saber ser que,
por um instante,
as faz maior que todo o universo..."
Estrela Delírio - eu quando não me reconheço escrevendo -
=)
segunda-feira, outubro 19, 2009
Compostagem Parte III (final, ou não...)


A terceira tentativa de uma composteira está sendo usada até hoje, na verdade está na hora de preparar mais composto, mas como disse anteriormente, ela também teve que passar por seus ajustes...
Para este projeto, pesquisei a beça na internet, pois o caixote respondia aos requizitos de boa parte do material a que tinha acesso em casa. Até que achei uma experiencia interessante, que envolvia um balde tipo de roupas corda e furos. resolvi adaptar a proposta a um tambor - inicialmente queria um de 200l, mas sem carro, acabei comprando um de 60l. Que já parecia grande o sufice para ser levado para casa de ônibus... =(
Mas fiz os tias furos embaixo do tambor e comecei a clocar o material de compostagem... Em menos de um mês estava cheio! E pouco tempo depois o cheiro de fermentação estava de novo na casa, só que dessa vez, dava pra sentir da área da frente da casa (problemas!). A Coronel de saias resolveu implicar - queria realmente que eu parasse1 Tinha seus motivos... a uns quatro meses estava com a casa fedendo a fruta fermentada semana sim, semana não...
A solução que tive foi ventilar! Lacrei a tampa e deitei o tambor. e em menos de dois dias o cheiro passou. Terminada a compostagem, furei mais quatro furos na lateral do tambor que agora pode ficar de pé, num cantinho, e já produziu mais duas "levas" de composto.(modestia à parte, de boa qualidade!)
Compostagem - Parte II

A segunda tentativa foi ainda usando o mesmo caixote de feira, insistencia minha...Mas fazer o que?!? tinha visto na casa de um amigo e achei que se tentasse o suficiente daria certo... Então para a fermentação, e principalmente seu cheiro desagradável, não se espalhar por toda a casa, usei uma lona de impressão grafica - se é que realmente este é o nome - para forrar o caixote verde. desta vez até que deu certo... Mas ainda escapava o cheiro, e os ratos nos visitavam com frequencia no quintal (Ô complicação... Quase me proibiram de continuar com a compostagem =( ).
Mas sempre tem uma coisa boa, que acaba fazendo valer a experiência. Nesse caso foi um lindo pé de tomate que nasceu dentro da composteira... Ele deu origem as mais mudanças no quintal.
Fazendo compostagem - Parte I

Em meio a muita bagunça, estou tentando me reorganizar...
e manter a linha de mostrar as promessas cumpridas neste ano.
Bem como disse está complicado, com minha recente solteirice (ou algo bem proximo disso, o que me preocupa muito, pois num sou muito boa em ficar solteira - inclusive isto não está ligado a casa, mas tem a ver com as promessas de ano novo: decidi conseguir ficar solteira pelo menos uns tres meses, caso acabasse novamente o namoro - em um proximo post trato mais profundamente deste assunto, se conseguir)Agora voltemos as promessas já cumpridas, em meio a procura de casas e a algumas viagens e cursos, consegui fazer um sistema de compostagem para a casa.
Na verdade foram uns 3 sistemas até chegar ao atual que também passou por suas adaptações...
A primira tentativa, foi com um caixote de feira - daqueles plasticos. Por questões emocionais escolhi um caixote verdinho, que nem me lembro mais como foi parar aqui em casa. dentro do caixote foi colacado o "lixo" organico da casa, que pessoalmente prefiro chamar de material de compostagem. Este primeiro momento foi bem complicado, principalmente depois da primeira semana... pois a fermentação deixava um cehiro forte - e começou a atrair ratos. Por motivos de força maior - a coronel de saias resolveu intervir...(minha querida drasta)tive que mudar a tática.
sexta-feira, outubro 09, 2009
Cumprindo promessas
Estava em uma conversa com uma amigo e, no meio da conversa surge uma pergunta que me pegou de Surpresa:
- E quanto as coisas que você prometeu para a sua casa...
- Não me lembro de ter prometido nada, respondo espantada.
- E quanto as coisas que você disse que ia fazer: a composteira, as plantas, o jarro...?
Aí lembrei que realmene ele num aparece na minha casa, e num podia ver...
Bem, resolvi usar este blog para alguma coisa... e vou postar sobre as promessas feitas no ano passado. Do começo de plantação em meu quintal...
Começo hoje com o primeiro jarrinho que eu fiz, nessa nova casa. Usei uma vasilha da cozinha que estva quebrada, fiz mais alguns furos e coloquei terra, e alguns talos de cebolinha.Este vazinho está mais ou menos desde março na janela do quarto de estudos da casa. Bem... Digo que ele está bem, mas passou por seus maus bocados, pois andei viajando e saindo muito estes tempos...
Mas está lá, firme e forte, e agora florido com um galho de jasmim que o Narciso (meu pai)trouxe e acabou indo parar lá...
sexta-feira, setembro 11, 2009
O tempo passa
Não sei se sonhei com você.
O tempo passa, e,
Lembro pouco do teu rosto,
Muito menos do teu gosto.
Mas hoje sei, que já não me apetece...
Teu cheiro ofegante de sorrisos
já não me congela, já não me aquece,
pouco me enternece...
Teu nome,
que já foi mel de enxofre em minha boca, e
que me desesperava, de tão estranho o gosto.
Hoje ainda é amargo, mas aguado...
Petulante, sei que fui ao me apaixonar.
Devorava as náuseas de tal euforia,
confiante, como quem cai num abismo.
Hoje cismo, que nunca te conheci de certo,
Nem de errado, nem um pouco...
E passaram-se os séculos de minha existência.
Deuses nasceram e morreram nas tuas ausências,
desertos viraram florestas tropicais e,
os bosques por onde caminhava
hoje são áridos abismos,
que brotaram de teus distantes e
desinteressados passos...
E já não sei mais o que temos.
Pois, ao certo, não posso negar tuas presenças,
Nem faço questão de lembrá-las ou de tocá-las,
Ou de tocá-lo...
Hoje, em meu mundo, você não passa de uma sombra.
Inegavelmente próxima, mas,
Visivelmente, de outra NATUREZA...
O tempo passa, e,
Lembro pouco do teu rosto,
Muito menos do teu gosto.
Mas hoje sei, que já não me apetece...
Teu cheiro ofegante de sorrisos
já não me congela, já não me aquece,
pouco me enternece...
Teu nome,
que já foi mel de enxofre em minha boca, e
que me desesperava, de tão estranho o gosto.
Hoje ainda é amargo, mas aguado...
Petulante, sei que fui ao me apaixonar.
Devorava as náuseas de tal euforia,
confiante, como quem cai num abismo.
Hoje cismo, que nunca te conheci de certo,
Nem de errado, nem um pouco...
E passaram-se os séculos de minha existência.
Deuses nasceram e morreram nas tuas ausências,
desertos viraram florestas tropicais e,
os bosques por onde caminhava
hoje são áridos abismos,
que brotaram de teus distantes e
desinteressados passos...
E já não sei mais o que temos.
Pois, ao certo, não posso negar tuas presenças,
Nem faço questão de lembrá-las ou de tocá-las,
Ou de tocá-lo...
Hoje, em meu mundo, você não passa de uma sombra.
Inegavelmente próxima, mas,
Visivelmente, de outra NATUREZA...
Se é assim...
Sonho, vem a mim,
Com suas fortes mãos de pesadelo.
Sorrindo assim, como imortal, indiferente ao medo alheio.
Vem, muda tudo.
Meu conte no ouvido teu segredo, e
Arranca minha pele com a boca...
Passeia por aqui que não é longe...
Me encontre em meus jardins na madrugada,
Mas não fique me esperando na calçada,
Pois é tarde, e estou embaixo dos lençóis.
Eu quero tudo de você.
Até o ódio, se surgir.
Sendo preciso, hoje vou partir.
E nada vai acontecer.
Com suas fortes mãos de pesadelo.
Sorrindo assim, como imortal, indiferente ao medo alheio.
Vem, muda tudo.
Meu conte no ouvido teu segredo, e
Arranca minha pele com a boca...
Passeia por aqui que não é longe...
Me encontre em meus jardins na madrugada,
Mas não fique me esperando na calçada,
Pois é tarde, e estou embaixo dos lençóis.
Eu quero tudo de você.
Até o ódio, se surgir.
Sendo preciso, hoje vou partir.
E nada vai acontecer.
quinta-feira, setembro 10, 2009
Jardinando

Estou terminando um curso de jardinagem. E como execício, me foi pedido fazer um vaso ornamental. Bem, comece i a pensar, procurar e depois de decidido o arranjo e comprado o material, montei o dito-cujo.
O resultado ficou interessante... e duplo, para ficar melhor integrado a entrada da minha casa. Acabei fazedo dois vasos iguais. Trata-se de uma composição onde a planta principal é a orquidea-bambu, tendo como forração hortelã.
A montagem dos vasos foi uma aventura a parte. Para dar uma olhadinha, clique aqui.
terça-feira, setembro 01, 2009
Ideias se realizando

Quando tinha uns sete ou oito anos de idade, tinha aquele sonho bem nerd de trabalhar na NASA, em estudos espaciais. Mas dizia que iria cursar biologia e depois mecatronica, e quando me perguntavam o porque, tinha a resposta na ponta da língua:
- Para construir os robôs que iriam cuidar das plantas para criar a atmosfera de marte. Era um sonho audacioso, quase impossivel, principalmente para uma atrevida criança...
O tempo passa, os objetivos mudam, e hoje lembro com um certo saudosismo daquele tempo de traça de livros e trabalhos cientificos, que nem sei mais se entendia ou se achava que entendia...
Mas que interessante, a ideia estava lá. Procurando pessoas que a realizassem. e heis que ontem a noite recebo uma mensagem que me troxe de volta aqueles tempos de criança. Sim estão construindo um robo que cuida de plantas,proprio para a colonização de marte!
Ele se chama Le Petit Prince, tudo bem que ainda é um prototipo, mas certamente é só o começo...
Achei super legal o Video de apresentacao dele
terça-feira, julho 28, 2009
O Mundo sem Nós

Qualquer um cuja mente seja açodada por um mínimo de imaginação já conjeturou um mundo sem seres humanos. O que aconteceria se nós, humanos - cuja passagem pelo planeta Terra ocupa um ínfimo espaço no calendário global - simplesmente desaparecêssemos? Que catástrofes adviriam desta ausência? E que benefícios? É este o pano de fundo do livro “O Mundo Sem Nós” (The World Without Us), do jornalista Alan Weisman (veja aqui o site do livro).
Weisman traça um cenário aterrador sobre a influência daninha que o homem exerce sobre o planeta. Em suas 382 páginas, o livro deixa claro que, longe de ser o provedor que se imagina, o homem tem colaborado para o envenenamento contínuo de sua casa e, extinto, apenas interromperia este processo, fazendo com que a natureza, pouco a pouco, voltasse a ocupar os espaços da qual foi expulsa pelo “progresso”.
Diante da nefasta ação humana sobre o meio ambiente, há quem defenda que os seres-humanos tomem a iniciativa de deixar em paz a natureza. É o caso do “Movimento de Extinção Humana Voluntária” (VEHMT), que pretende suprimir a raça humana ao, voluntariamente, deixar de procriar, permitindo à biosfera terrestre retornar à boa saúde. Pode parecer maluquice, mas o movimento é sério e, diante da destruição que proporcionamos, tem fundamento. “Fazer tornar a Terra ao seu esplendor natural e encerrar o sofrimento inútil da humanidade são pensamentos positivos”, afirma o VEHMT.
Boa parte do livro se dedica a explicar o que aconteceria com o mundo caso os seres humanos fossem extintos. A partir de entrevistas com zoólogos, biólogos, engenheiros e paleontólogos, Weisman mostra que pouca coisa resistiria à ação do tempo e das forças da natureza, e revela como nosso “lixo tecnológico” continuará envenenando o meio ambiente nos milhões de anos vindouros.
Com uma narrativa recheada por pesquisas de campo, Weissman explica como nossa imensa infra-estrutura irá entrar em colapso e, finalmente, desaparecer juntamente com qualquer vestígio de nossa presença no planeta; como nossos artefatos do dia a dia se transformarão em fósseis; como canos e fios de cobre serão transformados em veios minerais; porque algumas de nossas construções poderão ser os últimos vestígios de arquitetura e como o plástico, as esculturas de bronze, as ondas de rádio e algumas moléculas criadas pelo homem poderão ser os últimos sinais de nossa presença no universo.
Em “O mundo sem nós”, descobrimos como as selvas de asfalto serão substituídas por selvas verdes em meios às cidades em ruínas; como as fazendas tratadas de forma orgânica ou química irão se transformar em áreas selvagens; como bilhões de pássaros surgirão e baratas sucumbirão sem nossa presença. Em lugares esquecidos ou abandonados pelos humanos (como um pequeno fragmento das florestas primevas da Europa, uma zona desmilitarizada entre as Coréias e Chernobyl), Weisman revela a tremenda capacidade de recuperação de nosso planeta.
Sem a presença humana, em dois dias o metrô de Nova Iorque seria inundado devido à paralisação do bombeamento de água. Sete dias depois, a reserva de emergência dos geradores a diesel que mantém em funcionamento o resfriamento de usinas nucleares chegaria ao fim. Passado um ano, um bilhão de pássaros deixaria de ser abatidos quando as luzes de sinalização das torres de rádio e comunicação apagassem e parassem de interferir em seu sistema de orientação. Dez anos depois de o homem desaparecer, o teto de celeiro com um buraco de meio metro quadrado, que já estava vazando na década anterior, já teria desaparecido há tempos. Passados cem anos, populações de pequenos predadores, guaxinins, doninhas e raposas diminuiriam graças à competição com um legado humano: s imensamente bem-sucedidos e ferozes gatos domésticos. Em mais 200 anos, as grandes pontes teriam desabado e barragens em todo o mundo destruídas. Cidades localizadas na foz de rios teriam sido destroçadas. Depois de alguns milhares de anos, qualquer parede de pedra que ainda estivesse de pé no hemisfério norte finalmente cederia ao frio.
Seriam necessários 35 mil anos para que o chumbo depositado durante a “era das chaminés” finalmente fosse removido do solo (para o cadmium serão necessários 75 mil anos). Pelo menos 100 mil anos depois da Terra ter se livrado de nós, o gás carbônico (CO2) terá voltado a níveis pré-humanos. O plástico, que tão orgulhosamente ostentamos em embalagens e produtos de todos os gêneros, precisará de pelo menos 100 mil anos para ser devorado por micróbios. Milhões de anos terão se passado antes de nossa presença física ter sido totalmente apagada. Esculturas de bronze ainda serão reconhecíveis em 10,2 milhões de anos. Ainda assim a vida na terra continuará em formas que jamais sonhamos pelos próximos bilhões de anos, até que nosso pequeno planeta seja queimado por um sol agonizante que, ao se expandir, englobará os planetas que o circundam (o que deve ocorrer daqui há cerca de cinco bilhões de anos). Ainda assim, o legado humano permanecerá para sempre em nossos programas de rádio e TV, cujas ondas, fragmentadas, ainda estarão viajando pelo universo.
O mundo sem nós
1 dia Combustível fóssil continuará alimentando usinas (em sua maior parte, automatizadas) por algumas horas. Também em algumas horas, a energia elétrica começará a entrar em colapso. Praticamente todas as usinas dependentes de combustível fóssil irão desligar.
2 dias Após 48 horas, os reatores de usinas nucleares entrarão em modo de segurança automaticamente. Turbinas de todos os tipos começarão a falhas devido a falta de lubrificação. Apenas áreas dotadas de energia provida por hidrelétricas ou energia solar contarão com eletricidade.
3 dias Metrôs que precisam operar com sistemas de bombeamento de água estariam inundados em menos de 36 horas.
10 dias Comida começaria a apodrecer nas prateleiras de supermercados e nos refrigeradores. Enquanto houver água derretida proveniente de refrigeradores e comida deixada à vista, os animais de estimação permanecerão nas proximidades de suas casas. Logo, no entanto, eles terão de procurar alimento em outros lugares. Àqueles que conseguirem sair de casa irão competir pela sobrevivência. Cães e gatos criados por meio de manipulação genética não encontrarão um nicho neste competitivo ambiente e estarão entre os primeiros a perecer. Por exemplo, as pernas curtas e boca pequena de bulldogs e terriers serão problemas para estas raças. Animais aprisionados em zoológicos morrerão de fome e sede.
6 meses Pequenas formas de vida selvagem não vistas com freqüência em meio à civilização – coiotes, gatos selvagens, lobos, veados etc – começarão a habitar os subúrbios das cidades. Os ratos já terão consumido nossos suprimentos estocados e começarão a deixar as áreas urbanas rumo às áreas selvagens.
1 ano Plantas começarão a brotar em meio a rachaduras no asfalto de estradas, ruas, passeios e construções. As últimas áreas com eletricidade cederão espaço a escuridão.
Barragens começarão a transbordar e se romper. Incêndios causados por raios terão destruído grandes áreas urbanas e selvagens. Várias espécies de animais terão avançado sobre as cidades.
5 anos A flora terá coberto a maioria das áreas urbanas com grama e árvores. Estradas serão cobertas por vegetação e, devido a falta de manutenção, desaparecerão.
20 anos As ruínas de Prypiat, na Ucrânia, abandonadas em 1986 após o desastre de Chernobyl, têm sido usadas como exemplo para demonstrar a decadência de áreas urbanas abandonadas após 20 anos sem a presença humana. Apesar dos altos níveis de radiação, muitas populações de animais, além de uma vasta flora, têm florescido nestas áreas.
25 anos O mar terá avançado sobre algumas áreas urbanas como Londres e Amsterdã, que são mantidas secas graças à engenharia. Janelas em prédios altos terão sido destruídas devido ao ciclo de frio e calor e devido à falta de manutenção nos seladores. Devido à falta de ajustes, satélites começarão a cair de volta à Terra.
40 anos Muitas construções de madeira terão se incendiado, apodrecido, ou consumidas por cupins. Árvores e vinhas terão se infiltrado e crescido em meio ao que restasse das construções de alvenaria, já bastante enfraquecidas pela ação dos elementos.
50 anos Estruturas de metal começarão a mostrar sinais de negligência. A pintura, que normalmente protege estas estruturas, já não existirá, expondo o metal aos elementos e permitindo a corrosão.
75 anos Muitos dos 600 milhões de automóveis que se espalham pelo globo terão sido reduzidos a escombros irreconhecíveis. Alguns veículos localizados em áreas de clima mais ceco não terão sofrido o efeito da corrosão de forma tão flagrante e ainda serão reconhecíveis.
100 anos Grandes pontes terão desabado devido à corrosão dos cabos de suporte. Muitas estruturas construídas pelo homem terão desabado em um período de 100 a 10 mil anos.
150 anos Muitas estradas e metrôs começarão a desabar sobre túneis inundados. Edifícios terão sido totalmente tomados por plantas, criando uma paisagem selvagem em um ecossistema vertical. Descendentes dos cães domésticos terão cruzado com lobos.
200 anos Grandes estruturas como o Empire State Building e a Torre Eifel terão desabado devido à ação da corrosão, das plantas e da água que terá desestabilizado suas fundações. Todos os livros e vídeos terão desaparecido sob a força do mofo.
500 anos Itens feitos com concreto começarão a ruir devido à expansão das barras de ferro que os reforçam.
1000 anos A maioria das cidades modernas terão sido destruídas e/ou cobertas pelas florestas. Os amontoados de escombros se transformarão em montanhas e colinas. Rios voltarão as suas margens originais. Haverá poucas evidências de que uma civilização humana tenha existido a Terra. Certas estruturas feitas de tijolos de pedra ou concreto, como as Pirâmides do Egito ainda estarão de pé com danos mínimos.
10.000 anos As construções de concreto cederão devido à erosão e aos efeitos cumulativos da ação sísmica.Neste período, qualquer evidência substancial da humanidade terá desaparecido. Apenas algumas coisas ainda permanecerão, como os pedestais de granito ou concreto sólidos da Estátua da Liberdade. As Pirâmides de Gizé ainda estarão de pé, embora bastante enterradas na areia do deserto. Porções do Grande Muro da China também permanecerão visíveis. As faces do Monte Rushmore ainda estarão reconhecíveis por centenas de milhares de anos. Nossos ossos, escombros, plástico e poliestireno (isopores) poderão ser os últimos sinais da humanidade.
Alan Weisman é autor de cinco livros, incluindo “O mundo sem nós”. Seu trabalho já apareceu na Harpers, New York Times Magazine, Los Angeles Times Magazine, Discover, Atlantic Monthly, Condé Nast Traveler, Orion e Mother Jones. Weisman tem um programa na National Public Radio e na Public Radio International e é produtor sênior da Homelands Productions, organização jornalística que produz séries independentes de documentários para a rádio pública. Ele leciona jornalismo internacional na University of Arizona.
terça-feira, junho 02, 2009
quinta-feira, maio 21, 2009
Maionese de Cenoura

Ingredientes:
2 cenouras médias
1 dente de alho
Suco de 1/2 limão
1 colher de óleo
sal
PREPARO: Cozinhe cenouras até amolescerem, e deixe esfriar.
Corte a cenoura cozida em pedaços e bata no liquidificador com um pouquinho do próprio caldo, adicionando o alho, o limão, o óleo e o sal.
Dicas:
Você também pode adicionar orégano, salsa, o próprio talo da cenoura, beterraba, enfim, soltar a imaginação.
segunda-feira, maio 18, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
Fazer xixi no banho para economizar água...

Uma campanha da Fundação SOS Mata Atlântica lançada nesta semana encoraja os brasileiros a fazer xixi enquanto tomam banho como uma forma de reduzir o uso de água. Segundo a fundação, ao fazer isso, cada pessoa economiza uma descarga por dia, equivalente a cerca de 12 litros de água. Em um ano, a economia total seria de 4.380 litros de água potável por pessoa. A campanha foi criada pela agência F/Nazca e tem um sapo como protagonista.
No material, a Ong explica que a prática não é anti-higiênica, já que 95% da urina é água e que os outros 5% são compostos por uréia e sal. A organização orienta os voluntários a fazer xixi no início do banho.
A campanha tem divulgação na internet com um site institucional (www.xixinobanho.com.br) e em comunidades de relacionamento - podem procurar no Orkut.
"estamos fazendo a conta errrada"

Quando o navio petroleiro Exxon Valdez naufragou nas costas do Alaska, foi necessário contratar inúmeras empresas para limpar as costas, o que elevou fortemente o PIB da região. Como pode a destruição ambiental aumentar o PIB? Simplesmente porque o PIB calcula o volume de atividades econômicas, e não se são úteis ou nocivas. Na metodologia atual, a poluição aparece como sendo ótima para a economia, e o IBAMA vai aparecer como o vilão que a impede de avançar. A análise é de Ladislau Dowbor.
breve explicação sobre o PIB e sobre como e porque tem muita coisa errada nesta história
sábado, abril 11, 2009
Em campo, ou "em praça", no caso..






Um trabalho de final de semestre me levou a esta situação: uma tarde e parte da noite em uma praça em pleno sábado de alelúia. Ao chegar, encontrei a praça da Gentilândia com aquela aparêncioa de abandono por conta do feriado. Cheguei meio sem jeito, fui fotografando umas frutas caídas no chão... O objetivo dessa pesquisa é levantar as relações existentes entre as árvores frutíferas dos espaços publicos com as pessoas que frequentam tais espaços.
Demorei muito para escolher esta praça, mas os resultados estão se mostrando surpreendentes! Apesar do susto de ter um rapaz querendo levar minha bolsa logo que me aproximei de um grupo de moradores de rua... Mas por sorte, ou talvez bem mais que isso, um dos rapazes, o Rodrigo, mandou o cara embora e os outros me acalmaram. Passado o susto,um dos rapazes,o Maurício, subiu numa das mangueira para me mostrar como eles sobem.
E pude anotar algumas coisas que me chamaram a atenção:
Há umas varetas de metal que são cravadas nos troncos das mangueiras para facilitar a subida.
Outra coisa interessante é que os frutos são colhidos, guardados para amadurecer e vendidos! Issos mesmo, vendidos, pelos moradores de rua que frequantram a praça para os moradores do entorno e para o pessoal das barracas que vendem lanches!
Mais surpreendente que toda esta teia de relações, só o comentário do Maurício, que apos explicar sobre a coleta e a comercialização, completou: "essas mangas são melhhores que as vendidas por aí, por que não são amadurecidas com carboreto"! Isso realmenente eu não esperava ouvir...Salve o mundo globalizado!
quinta-feira, abril 09, 2009
Ser uma música...

Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire
Estava ocupadamente abrindo o meu e-mail, quando encontrei um teste que dizia qual musica do Los hermanos cada pessoa é... Bem, adoro testes.. não pude resistir. E heis o resultado. Sou mesmo eu1 algo exagerado e meio sem noção.
O teste é curtinho e o resultado meio surpreendente. Quer testar?
Que Música dos Los Hermanos Você é?
terça-feira, abril 07, 2009
escrever
Escrever sobre o que quer que seja, é tentar fugir um pouco...
Deixar de lado a própria vida.
Falar sobre algo que se (des)conhece
Parece mais simples..
Mas é uma (des)construção do que se espera,
Da demora, da hora, do tempo...
E os ponteiros se arrastam mais devagar...
E tudo corre...
Menos a mão. Que discorre...
Antes de concretizar alguma (in)certeza
Deixar de lado a própria vida.
Falar sobre algo que se (des)conhece
Parece mais simples..
Mas é uma (des)construção do que se espera,
Da demora, da hora, do tempo...
E os ponteiros se arrastam mais devagar...
E tudo corre...
Menos a mão. Que discorre...
Antes de concretizar alguma (in)certeza
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Voltar

Não que eu seja assim muito paranóica, mas é que realmente morro de medo de eletricidade - aparelhos ligados,fios elétricos, tomadas... as vezes até passo ver4gonha com certos sustos. aqui em casa, que costuma ligar tudo na tomada são meus irmãos. Tenho muito a agradecer a eles pela paciencia: Obrigada monstrinhos do meu coração!
Mas o estranho mesmo foi um sonho q tive esta noite... nossa. Não lembro mais de tudo, só do principal. Estava andando em uma noite muito escura por uma rua deserta. eu e minha irmanzinha. Caminhávamos despreocupadas apesar do cenário um tanto quanto desolador. E de repente começa a chover em um lugar bem perto. Víamos uma cortina de chuva logo em frente, e nessas coisas estranhas que só acontecem mesmo em sonhos, continuamos a andar até que um raio cai em uma árvore perto de onde estávamos, era um cajueiro, queperde um galho ao ser atingido. e ejo claramente a eletricidade se desenhando em raios que se aspalhavam reluzindo um brilho de luar pelo chão de asfalto.
Era a beleza mais assustadora que já tive o privilégio de presenciar. E como um lago de gelo, o asfalto frio se rachava em brilho estrelar, pare derreter-se e voltar ao que era. Numa sensação de alívio logo interrompida pelo próximo raio, que caía no mesmolocal, carbonizando o galho caído e chegando bem mais perto. Um passo era o que nos separava o completo pavor da mais profunda calmaria... Um passo e era tudo o que eu não sabia o que fazer: impedir que minha pequena fosse em frente, e quanto mais rápido tudo acontecia, mais lentamente o tempo se desdobrava...
Sabe láo que é temer a beleza mais pura... E não me recordo de mais nada além da queda de minha pequena e do caldo de luar que escorria preenchendo as frestas imaginárias no asfalto. A acaba este único ato por detras de uma cortina de chuva.
Talvês seja esta a mágica dos sonhos... nos leva a viver e a morrer e poder voltar para, sei láo que diabos fazer com isso.
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