terça-feira, abril 12, 2011

Penando com um artigo para fazer...


Estava penando com um artigo para entregar nessa quarta, daqui a pouco... desde sexta passada lendo em vários lugares as regras e modelos de como fazer, sem entender muito, até que achei uma chamada de publicação que explica muito bem como fazer tudo. Assim dá pra encarar:

Formatação: Os trabalhos devem ser digitados em Microsoft Word for WINDOWS, ou programa compatível (o arquivo deve ser salvo com a extensão “.doc”), fonte Times New Roman, tamanho 12 (com exceção das citações diretas com mais de três linhas e das notas de rodapé), espaço 1,5 entre linhas e parágrafos (exceto para citações diretas com mais de três linhas). As páginas devem ser configuradas no formato A4, sem numeração, com 3 cm nas margens superior e esquerda e 2 cm nas margens inferior e direita.


Extensão: O artigo, configurado no formato acima, deve ter aproximadamente 15 páginas.


Organização: A organização dos trabalhos deve obedecer à seguinte seqüência:
• TÍTULO (centralizado, em caixa alta);
• RESUMO (com máximo de 150 palavras, na 3ª linha);
• PALAVRAS-CHAVE (até 7 palavras, uma linha abaixo do resumo), escritas no idioma do artigo;
• TEXTO;
• TÍTULO EM INGLÊS (centralizado, em caixa alta, duas linhas abaixo da última frase do texto);
• ABSTRACT e KEYWORDS (versão para o inglês do Resumo e das Palavras-chave, sendo que o abstract deve vir duas linhas abaixo do título em inglês e as keywords uma linha abaixo do abstract), exceto para os textos escritos em inglês.
• AGRADECIMENTOS;
• REFERÊNCIAS (apenas trabalhos citados no texto).

Recurso tipográfico: O recurso tipográfico Negrito deve ser utilizado para ênfases ou destaques no texto, enquanto o recurso Itálico deve ser reservado para palavras em língua estrangeira e para títulos de obras citados no corpo do texto. Por sua vez, capítulos, contos, ou partes de uma obra devem ser apresentados entre aspas.


Notas de Rodapé: As notas devem ser reduzidas ao mínimo e apresentadas no pé da página, utilizando-se os recursos do Word, em corpo 10, com a numeração acompanhando a ordem de aparecimento.


Citações dentro do texto: Nas citações diretas feitas dentro do texto, de até três linhas, o autor deve ser citado entre parênteses pelo sobrenome, em maiúsculas, separado por vírgula da data de publicação e página (SILVA, 2000, p. 12). Se o nome do autor estiver citado no texto, indica-se apenas a data, entre parênteses: "Silva (2000) assinala...". Nas citações diretas, é necessária a especificação da(s) página(s) que deverá(ão) seguir a data, separada por vírgula e precedida de "p." (SILVA, 2000, p.100). As citações de diversas obras de um mesmo autor, publicadas no mesmo ano, devem ser discriminadas por letras minúsculas após a data, sem espacejamento (SILVA, 2000a). Quando a obra tiver dois ou três autores, todos devem ser indicados, separados por ponto e vírgula (SILVA; SOUZA; SANTOS, 2000); quando houver mais de 3 autores, indica-se o primeiro seguido de et al. (SILVA et al., 2000).


Citações destacadas do texto: As citações diretas, com mais de três linhas, deverão ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, em corpo 11 e sem aspas (NBR 10520 da ABNT, de agosto de 2002).


Referências: Todas as referências que foram citadas no texto serão indicadas de forma completa ao final do artigo, em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor, alinhadas à margem esquerda, em espaço simples e separadas entre si por espaço 1,5 cm entrelinhas. Não colocar asterisco, traço, ponto ou qualquer marca no início da referência. Exemplos:

Livros:
FERNANDES, F. A revolução burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

Capítulos de livros:
SINGER, P. A política das classes dominantes. In: IANNI, O. (Org.). Política e revolução social no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965, p.65-125.

Dissertações e teses:
SOUZA, M. T. de. Instituições e política congressual: a experiência congressual recente. 1998, 197f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 1998.

Artigos de periódicos:
SAES, D. Uma contribuição à crítica da teoria das elites. Sociologia e Política, Curitiba, n.3, p. 7-20, 1994.

Artigos de jornais:
DRUMMOND, R. A hora de matar os demônios. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6 fev. 1988. Idéias, p.8-9.

Entrevistas:
DRUMMOND, R. A pior censura é a dos próprios intelectuais. [nov. 1978]. Entrevistador: Charles Magno Medeiros. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 4, 11 nov. 1978a.

Eventos:
BRUSCHINI, C.; RIDENTI, S. Trabalho domiciliar: uma tarefa para toda a família. In: SIMPÓSIO DE ECONOMIA FAMILIAR, 1, 1996, Viçosa. Anais... Viçosa: Ed. UFV, 1996.

Publicação on-line:
TAVES, R. F. Ministério cota pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 abr. 1998. Disponível em: < http://www.oglobo.com.br/reportagem >. Acesso em: 19 abr. 1998.

Fonte: http://seer.fclar.unesp.br/estudos/index

sábado, abril 09, 2011



Batalhando por um chip TIM BETA ^^
tem que add o apliclativo, jogar - encontrar quem jogue e ganhar 3x
o difícil é encontrar quem jogue

=X

sexta-feira, abril 08, 2011

Ai que DESEJOOOOOOOOOOO




Em Tucuruí prometi a um amigo que ia achar essa receita de torta... falta encontrar um dia para testá-la...

Já estou até com a receita anotada:

Ingredientes:
Purê de maçã
- 3 maçãs
- 3 colher (sopa) de açúcar
- 2 colheres (chá) de canela em pó
Massa
- 1 pacote (100 g) de manteiga
- 1 pacote de biscoito maisena ou Maria, moído (200 g)
Creme
- 1 lata de leite condensado
- 4 gemas
- 1 colher (chá) de essência de baunilha
- 1 lata de creme de leite
- canela em pó para polvilhar

Modo de preparo:
1. Purê de maçã: descasque as maçãs, corte-as ao meio, elimine as sementes e pique-as
2. Leve ao fogo baixo junte com o açúcar, mexendo sempre, e cozinhe até obter um purê.
3. Adicione a canela em pó, misture bem e reserve.
4. Massa: aqueça a manteiga e, quando derreter, junte o biscoito. Misture bem até formar uma farofa.
5. Despeje numa forma redonda (25 cm de diâmetro), refratária. Pressione o fundo e os lados com as costas de uma colher. Leve ao forno médio (200°C), durante 5 minutos.
6. Creme: leve ao fogo o leite condensado e as gemas, mexendo até ficar consistente.
7. Retire do fogo, junte a essência de baunilha e o creme de leite, misture e reserve.
8. Espalhe o purê de maçã sobre a torta e cubra com o creme.
9. Polvilhe com a canela. Conserve na geladeira até o momento de servir.

Pena que o Junior e Jennifer num vão poder provar, mas já está achada a receita da tal torta de maçã perfeita ^^
Cara, se num for essa... PRECISO PROVAR A QUE É!
=D~~

De volta...




Tanto tempo que eu num via nada da Emily e que rodando por Manaus, vi uma carteira estampada com essa carinha ^^

quarta-feira, novembro 24, 2010

Checando lista de coisas para fazer antes do 30... aos 23 anos

1 - Ficar absurdamente bêbado pelo menos 1 vez na vida
Algumas vezes, já conheci um moço bem legal nessa
2 - Encontrar alguém da Net
bem... sim
3 - Agarrar um amor platônico
sim! pena que depois fica difícil saber o que fazer com ele ^^
4 -Se apaixonar a primeira vista
Geralmente por ideias - e amigos!
5 - Roubar o namorado de alguém
Acontece ^^ - deu até amizade...
6 - Roubar chocolate nas lojas Americanas
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
7 - Ir para a balada de ônibus
e com a turma toda - rsrsrsrsrs
8 - Subir num palco e Dançar igual louco
e aind pulei do palco e caí em cima do namorado ^^
9 - Transar num lugar publico
^^ -
10 - Fingir ser estrangeiro e falar um idioma que não existe
não, melhor não...
11 - Pintar o cabelo de uma cor absurda
Vermelho com spray de parece, numa mecha... e o resto raspado - Ficou lindo pena que num tenho mais nenhuma foto - tava a delírio!
12 - Fazer uma Tattoo
pode ser... um dia
13 - Ter o melhor sexo da sua vida com um idiota
já... mas passei dessa fase
14 - Ir a um show de rock e ficar gritando: 'CANTA PAGODE' (TOCA RAUL NÃO VALE)
Nem a pau!
15 - Voltar da balada e dormir com a roupa que saiu
Mitas vezes, até na casa de amigas e amigos
16 - Se jogar na piscina de roupa
Maravilhoso, melhor só pular da ponte de roupa!!!
17 - Fugir de casa para sempre e voltar no outro dia
perdi a conta
18 - Ir numa boate gay
arranjei namorado lá (*_*)
19 - Passar uma semana a base de sorvete e chocolate
saudades do meu rei...
20 - Tomar banho de praia a noite
sempre
21 - Ter um peixe e conversar com ele
e alisar ele tb pode?
22 - Encontrar um ídolo
alguns! e tem sempre espaço para outros
23 - Sacanear um desconhecido
ele pediu! ¬¬
24 - Chorar vendo um desenho
... já
25 - Compor uma música
incompleta a 7 anos +ou -
26 - Viajar sozinho
Algumas vezes
27 - Chorar de tanto rir
Com a família, com os amigos...
28 - Jogar uma bomba no vizinho
serve na própria casa?
29 - Encontrar um amor
nos encontramos - acho que num foi por acaso
30 - dizer EU TE AMO
sempre que possível! várias e várias vezes

Qualquer dia desses eu monto a minha lista... vai tem mais coisas em aberto ^^

segunda-feira, junho 07, 2010

Ai, ai,
Estranhas coisas da vida...
Diz uma poetiza de que o nome nunca me lembro em seu celebre poema:
"Ah, o amor, é uma dor tão solitária"
Pensei que fosse besteira isso... mas agora entendo um pouco, amar dói.
Principalmente quando se ama alguem que está longe.
è solitária esta dor pq vc tem medo de que este sentimento desapareça...
sei lá...
Me sinto só a esperar o Felipe... meu marinheiro.
Me sinto impotente por não poder ir atraz dele.
E por não poder contar as coisas boas e ruins que me acontecem, e estranho que incomoda mais num poder dividir as coisas boas... Sinto vontade de sentir ele perto.
Pq dá medo de me acostumar com ele longe e chegar um dia em que ele partir num chegue a fazer diferença... Mas também dá medo de me desesperar com ele longe e num aguentar...

Ai, ai...
mas num tem nada melhor do que pesar no meu bem, só de lembrar daquele riso manhoso dele, toda agonia passa... é tenho que me trtar... ^^

quarta-feira, junho 02, 2010

terça-feira, junho 01, 2010

Fofo!




Estava procurando uma imagen de frutas quando a vi, a Apple Bagpro da Hermés. Me encantei!

Pode não ser a coisa mais util do mundo... mas é bem bonitiha e tem uma boa proposta: manter as frutas fresquinas e apetitosas, enquanto não podemos colhê-las do pé por aí...curan

Sobre o Aborto



Um dos desfiles da semana de moda Castilla y León, que acontece em Burgos, na Espanha, causou polêmica. O estilista Leandro César González colocou, em sua passarela de inverno 2010, uma mulher vestida de preto, com uma gaiola aplicada à barriga. Ao abrir a blusa com modelagem de bata, o público pode ver um bebê com uma corrente no umbigo, ligando-se ao pulso da modelo. "As mulheres não devem ser obrigadas a continuar com uma gravidez que elas não desejam", diz material divulgado por Gonzáles antes do início do desfile.


Pesquisa recente revela perfil de quem faz aborto.
Ao contrario do que se imaginava, a maioria são mães, adultas e com religião...
Está na hora de se pensar melhor em como tratar isso como uma questão de saúde publica, e não como um crime.

Reportagem completa logo abaixo:
http://delas.ig.com.br/aborto+quem+ja+fez+e+casada+tem+religiao+e+filho/n1237648095144.html


O fato é que sendo crime ou não, desde sempre as mulheres abortam.
Isso é as vezes um jeito de pensar na vida. É prefeivel uma criança não nascer a ser maltrata, e não ter direitos, ou oportunidades!
Porque tornar a realidade um crime ?!?

segunda-feira, maio 31, 2010

briguei com o Namorado!!
por conta de um mal entendido besta. Que até se resolver ... foi o engodo:

Ele me ligou e conversamos animadamente, e no meio da conversa ele fala que num vai poder vir me ver este mês só no outro.
Depois me falou todo feliz que ia comprar um HD...
aí eu fiquei muito mal - depois de desligar e processar as muitsinformações -
liguei de novo...
e olha que massa
ele num vem mesmo
mas num é por causa do HD. e sim pq num recebeu autorização...

ai,ai
mas ele não falou antes que num deram pra ele autorização
eu pensei q fosse por causa do HD

num imaginava ele me trocando por um HD
=p

geralmente engulo a raiva.. fico quieta
no maximo falo q estou com raiva para pessoas que confio...
eu liguei!
fiquei arrasada e consegui falar pra ele
nossa! até ficou mais facil a noticia depois de desfeito o mal entendido...

Fiquei feliz pq eu consegui dizeer pra ele q fiquei chateada

é dificil

geralmente eu num falo pq tenho medo de falar besteira...
mas eu descobri que confio nele a ponto de brigar com ele
isso deve ser bom. me sinto mais mulher...

blá ^^
queria dividir esta alegria.

As vezes parece que o mundo deixa mensagens por aí (^^) Para orientar as pessoas... Acho que tem muita mulher que deveria ler esta combinação de capas...

sexta-feira, maio 21, 2010

Sucos Frescos


VOCÊ SABIA...
que algumas doenças sérias podem ser minoradas, ou talvez evitadas, pelo hábito de tomar sucos frescos? mas entenda bem: os sucos não são remédios. São alimentos puros e nutritivos que oferecem ao corpo vitaminas e sais minerais que ele necessita para se manter saudável.
Sucos - uma forma de absorver os nutrientes das verduras e frutas!

Podemos falar mais coisas sobre os sucos, mas o mais importante falado no piquenique foi como preparar sucos frescos saudáveis e deliciosos:

Suco de luz
igredientes: cenoura, pepino, maçã, beterraba, couve, salsa, grãos germinados. (todos bem lavados)
Bater num liquidificador e coar com um pano. Tomar na hora!

- A massa que sobra pode ser usada como adubo -

outras combinações:
cenoura, beterraba, maçã e gengibre
maça, cenoura, gengibre, limão e salsinha
cajá com agrião
cajú com rúcula

Suco para suprir ferro:
1 folha de couve
1/2 copo de água
sumo de 1 limão
bater no liquidificador e tomar imediatamente.

Parece que é de propósito...


As vezes parece que o mundo deixa mensagens por aí (^^) Para orientar as pessoas... Acho que tem muita mulher que deveria ler esta combinação de capas...

Luzes...



Uma das poucas coisas que me fazem gostar de ir a boates...são tantas luzes, com tantas texturas bonitinhas...

domingo, fevereiro 21, 2010


Parando para pensar, a vida é algo bem estranho...
os dias se arrastam, ou voam.
e o tempo não passa sempre do mesmo jeito.
e nem sempre dá para se fazer o que queremos...
e nada é certo, a não ser a constante dúvida.
^^
saboroso precipicio!

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Marcas de guerra





mostro meus calos nas mãos, dos quais um se destaca...ele foi a medalha que ganhei com a dedicação a um trabalho... na outra mão, no mesmo trabalho, apresento uma marca resultado de um martelo que escapou de minha mão... ^^
Nossa, valeu o esforço - o trabalho foi bem feito!

Mas não só dessas batalhas a gente vive... por isso ostento minhas marcas de farra, no final da palma da mão, resultado de uma p*** bebedeira no Show do Velhas Virgens! Dá até pra r3econhecer a cara de farrista da indivídua!

domingo, janeiro 24, 2010

Meu Preço

Dizem por aí que todo mundo teu seu preço...
e realmente acredito que seja verdade!
Alguns momentos, situações ou pessoas,
conseguem quantificar este valor...

Damos nosso preço ao aceitar ou não um trabalho...
afinal, é uma venda/aluguel...

Mas acho que de todos os valores que nos damos,
No amor, certamente todo mundo tem seu preço.
Me atrevo a cobrar de dois jeitos,
pois nada na vida funciona de um jeito só...

O primeiro, é mais simples, eu diria até barato...
me traga meu peso em diamantes a cada dia dedicado à Vênus,
me afague com adornos e me permita um altar...
me traga tudo o que eu pedir, e te garanto, que estarei por perto...
mas sem garantia alguma de fidelidade.

Se me quiser por inteiro, meu bem,
terá que me pagar com teus sorrisos,
com tuas lágrimas,
com teu dia,
com tuas noites,
com sangue,
com suor,
com desejo,
com teu beijo...

se quiser que eu seja tua, so tua...
com garantia e tudo o mais,
cobro que confie em mim,
que me deixe ir onde quiser,
com quem quiser...

se quiser esta mulher para toda a vida,
ou para todo o agora que me queres,
terás que pagar este preço.
terás que dormir e acordar ao meu dispor,
e satisfeito de amor...

caso queira assim me comprar,
muitas mil léguas terá que andar,
bem mais de um quilo de sal terá que comer,
sempre sorrindo de puro prazer...

terá que atravessar o mundo,
ser grande,
ser forte,
se esforçar ao máximo, para ser o melhor que você pode ser,
não só para me ter, mas por você...

cobro ainda paixão,
cuidado, e
sonhos...
e para que a vida não fique chata
exijo que metade de seus sonhos não me caibam
mas que mesmo assim, que ao sonhar,
você venha me encontrar todas as noites,
caso não possa me ver durante o dia...

quero que me espere, o tempo que precisar.
quero que me permita voar,
quero que me permita viver!

Este é meu preço.
quero que seja meu,
e os termos deste contrato, meu bem,
É tudo que posso te dar em troca...


Poema feito depois de uma deliciosa embriaguez muito bem acompanhada, com amigos queridos (irmão também é amigo – Uriel é muito!)!
Este contrato já está a muito selado... mas agora sim, eu fiz o poema que me pediu...

terça-feira, janeiro 19, 2010

começo de ano...

Eram muitos planos, alguns seguiam seu caminho, calmos com um rio... outros tinham uma trilha através de montanhas e precipícios... e como nossas vidas estavam se misturando um pouco pela nossa vontade de estar juntos, sentíamos seus sabores...
de meu lado, nada de novos planos...O NAVE prossegue calmo, mais do que o que deveria... Com nosso projeto caminhando rumo a seu começo março, para existir de fato. A faculdade seguindo, as outras coisas passando calmamente em um frenético ritmo acelerado... mas pesado e firme... tão firme que se arrasta, ameaçando demorar muuuuuuito a chegar ao final.
Já os sonhos náuticos de meu bem, seguiam em um ritmo desconexo, com varias barreiras, quedas, suspiros aliviados, alegrias e sustos... posso dizer que tristezas e raivas também. mas seu esforço e sua sorte o levaram `a Belém. Para a escola da Marinha Mercante... ele viajou sábado e hoje já estou com saudades, n~ao sei se por saber que vou demorar a velo ou por ele não estar aqui... mas e uma saudade gostosa, de saber que meu bem esta fazendo o que quer, cuidando de seus planos para guiar sua vida. E tenho certeza que, seguindo esta tola metáfora do rio, logo logo meu bem chegara ao mar!

sexta-feira, novembro 27, 2009

sexta-feira, novembro 13, 2009

Ensaios culinários



Toda quarta-feira é meu dia de cozinhar em casa...Na verdade não sou muito fa de cozinhar só, é meio melancólico... por isso resolvi fazer este "trabalho" virar brincadeira...
Bem, as pessoas sempre me perguntam o que eu como, pois sou vegetariana desde o namoro de meus pais... então porque não registrar o trabalho, ou neste caso o resultado do trabalho e comentar a experiencia- até como forma de voltar a escrever no blog... Hesitei por algum tempo em postar de verdade (a primeira foto que bati foi da semana passada)mas agora acho que faz todo o sentido. Mostrar diariamente a comida vegetariana da minha casa, pelo menos no meu dia de cozinhar. ^^
Bem, na ultima quarta foi feito um pimentão recheado com caju.
comprei os cajus maduros e os espremi com as mãos desfiando o bagaço e temperando com sal, alho e água de azeitonas. Fritei um pouquino de alho em uma panela e coloquei cebola e a fibra do caju temperada, enquanto mexia fui adicionando curry, orégano, rodelas de palmito e pedaços de azeitona. Cortei alguns pimentões ao meio, retirei as sementes e enchi cada metade com o caju.
Quando falei o que seia o prato minha irmã olhou com cara de nojo... Mas quando os pimentões começaram a cheirar no gril... Ela até provou - e olha que ela ODEIA pimentão!!

terça-feira, novembro 03, 2009

terça-feira, outubro 20, 2009

Poema achado numa pasta antiga...

Realmente o tempo é uma coisa maravilhosa! nos traz e leva as coisas, ciclicamente.. até que tenhamos capacidade de aprovita-las de uma maneira...
Rabisquei a alguns anos este texto que segue logo abaixo, e nem sabia o quão belo era... tanto que o guardei econdido até de minha memória...
Eis o texto:

"São tão belas, as estrelas,
com seu brilho que oscila entre o extase,
e o silêncio....
Pulsam. Num saber ser que,
por um instante,
as faz maior que todo o universo..."

Estrela Delírio - eu quando não me reconheço escrevendo -
=)

segunda-feira, outubro 19, 2009

Compostagem Parte III (final, ou não...)





A terceira tentativa de uma composteira está sendo usada até hoje, na verdade está na hora de preparar mais composto, mas como disse anteriormente, ela também teve que passar por seus ajustes...
Para este projeto, pesquisei a beça na internet, pois o caixote respondia aos requizitos de boa parte do material a que tinha acesso em casa. Até que achei uma experiencia interessante, que envolvia um balde tipo de roupas corda e furos. resolvi adaptar a proposta a um tambor - inicialmente queria um de 200l, mas sem carro, acabei comprando um de 60l. Que já parecia grande o sufice para ser levado para casa de ônibus... =(
Mas fiz os tias furos embaixo do tambor e comecei a clocar o material de compostagem... Em menos de um mês estava cheio! E pouco tempo depois o cheiro de fermentação estava de novo na casa, só que dessa vez, dava pra sentir da área da frente da casa (problemas!). A Coronel de saias resolveu implicar - queria realmente que eu parasse1 Tinha seus motivos... a uns quatro meses estava com a casa fedendo a fruta fermentada semana sim, semana não...
A solução que tive foi ventilar! Lacrei a tampa e deitei o tambor. e em menos de dois dias o cheiro passou. Terminada a compostagem, furei mais quatro furos na lateral do tambor que agora pode ficar de pé, num cantinho, e já produziu mais duas "levas" de composto.(modestia à parte, de boa qualidade!)

Compostagem - Parte II


A segunda tentativa foi ainda usando o mesmo caixote de feira, insistencia minha...Mas fazer o que?!? tinha visto na casa de um amigo e achei que se tentasse o suficiente daria certo... Então para a fermentação, e principalmente seu cheiro desagradável, não se espalhar por toda a casa, usei uma lona de impressão grafica - se é que realmente este é o nome - para forrar o caixote verde. desta vez até que deu certo... Mas ainda escapava o cheiro, e os ratos nos visitavam com frequencia no quintal (Ô complicação... Quase me proibiram de continuar com a compostagem =( ).

Mas sempre tem uma coisa boa, que acaba fazendo valer a experiência. Nesse caso foi um lindo pé de tomate que nasceu dentro da composteira... Ele deu origem as mais mudanças no quintal.

Fazendo compostagem - Parte I


Em meio a muita bagunça, estou tentando me reorganizar...
e manter a linha de mostrar as promessas cumpridas neste ano.
Bem como disse está complicado, com minha recente solteirice (ou algo bem proximo disso, o que me preocupa muito, pois num sou muito boa em ficar solteira - inclusive isto não está ligado a casa, mas tem a ver com as promessas de ano novo: decidi conseguir ficar solteira pelo menos uns tres meses, caso acabasse novamente o namoro - em um proximo post trato mais profundamente deste assunto, se conseguir)Agora voltemos as promessas já cumpridas, em meio a procura de casas e a algumas viagens e cursos, consegui fazer um sistema de compostagem para a casa.
Na verdade foram uns 3 sistemas até chegar ao atual que também passou por suas adaptações...
A primira tentativa, foi com um caixote de feira - daqueles plasticos. Por questões emocionais escolhi um caixote verdinho, que nem me lembro mais como foi parar aqui em casa. dentro do caixote foi colacado o "lixo" organico da casa, que pessoalmente prefiro chamar de material de compostagem. Este primeiro momento foi bem complicado, principalmente depois da primeira semana... pois a fermentação deixava um cehiro forte - e começou a atrair ratos. Por motivos de força maior - a coronel de saias resolveu intervir...(minha querida drasta)tive que mudar a tática.

sexta-feira, outubro 09, 2009

Cumprindo promessas



Estava em uma conversa com uma amigo e, no meio da conversa surge uma pergunta que me pegou de Surpresa:
- E quanto as coisas que você prometeu para a sua casa...
- Não me lembro de ter prometido nada, respondo espantada.
- E quanto as coisas que você disse que ia fazer: a composteira, as plantas, o jarro...?
Aí lembrei que realmene ele num aparece na minha casa, e num podia ver...
Bem, resolvi usar este blog para alguma coisa... e vou postar sobre as promessas feitas no ano passado. Do começo de plantação em meu quintal...
Começo hoje com o primeiro jarrinho que eu fiz, nessa nova casa. Usei uma vasilha da cozinha que estva quebrada, fiz mais alguns furos e coloquei terra, e alguns talos de cebolinha.Este vazinho está mais ou menos desde março na janela do quarto de estudos da casa. Bem... Digo que ele está bem, mas passou por seus maus bocados, pois andei viajando e saindo muito estes tempos...
Mas está lá, firme e forte, e agora florido com um galho de jasmim que o Narciso (meu pai)trouxe e acabou indo parar lá...

sexta-feira, setembro 11, 2009

O tempo passa

Não sei se sonhei com você.
O tempo passa, e,
Lembro pouco do teu rosto,
Muito menos do teu gosto.
Mas hoje sei, que já não me apetece...

Teu cheiro ofegante de sorrisos
já não me congela, já não me aquece,
pouco me enternece...

Teu nome,
que já foi mel de enxofre em minha boca, e
que me desesperava, de tão estranho o gosto.
Hoje ainda é amargo, mas aguado...

Petulante, sei que fui ao me apaixonar.
Devorava as náuseas de tal euforia,
confiante, como quem cai num abismo.
Hoje cismo, que nunca te conheci de certo,
Nem de errado, nem um pouco...

E passaram-se os séculos de minha existência.
Deuses nasceram e morreram nas tuas ausências,
desertos viraram florestas tropicais e,
os bosques por onde caminhava
hoje são áridos abismos,
que brotaram de teus distantes e
desinteressados passos...

E já não sei mais o que temos.
Pois, ao certo, não posso negar tuas presenças,
Nem faço questão de lembrá-las ou de tocá-las,
Ou de tocá-lo...
Hoje, em meu mundo, você não passa de uma sombra.
Inegavelmente próxima, mas,
Visivelmente, de outra NATUREZA...

Se é assim...

Sonho, vem a mim,
Com suas fortes mãos de pesadelo.
Sorrindo assim, como imortal, indiferente ao medo alheio.

Vem, muda tudo.
Meu conte no ouvido teu segredo, e
Arranca minha pele com a boca...

Passeia por aqui que não é longe...
Me encontre em meus jardins na madrugada,
Mas não fique me esperando na calçada,
Pois é tarde, e estou embaixo dos lençóis.

Eu quero tudo de você.
Até o ódio, se surgir.
Sendo preciso, hoje vou partir.
E nada vai acontecer.

quinta-feira, setembro 10, 2009

Jardinando




Estou terminando um curso de jardinagem. E como execício, me foi pedido fazer um vaso ornamental. Bem, comece i a pensar, procurar e depois de decidido o arranjo e comprado o material, montei o dito-cujo.

O resultado ficou interessante... e duplo, para ficar melhor integrado a entrada da minha casa. Acabei fazedo dois vasos iguais. Trata-se de uma composição onde a planta principal é a orquidea-bambu, tendo como forração hortelã.
A montagem dos vasos foi uma aventura a parte. Para dar uma olhadinha, clique aqui.

terça-feira, setembro 01, 2009

Ideias se realizando


Quando tinha uns sete ou oito anos de idade, tinha aquele sonho bem nerd de trabalhar na NASA, em estudos espaciais. Mas dizia que iria cursar biologia e depois mecatronica, e quando me perguntavam o porque, tinha a resposta na ponta da língua:
- Para construir os robôs que iriam cuidar das plantas para criar a atmosfera de marte. Era um sonho audacioso, quase impossivel, principalmente para uma atrevida criança...
O tempo passa, os objetivos mudam, e hoje lembro com um certo saudosismo daquele tempo de traça de livros e trabalhos cientificos, que nem sei mais se entendia ou se achava que entendia...
Mas que interessante, a ideia estava lá. Procurando pessoas que a realizassem. e heis que ontem a noite recebo uma mensagem que me troxe de volta aqueles tempos de criança. Sim estão construindo um robo que cuida de plantas,proprio para a colonização de marte!
Ele se chama Le Petit Prince, tudo bem que ainda é um prototipo, mas certamente é só o começo...
Achei super legal o Video de apresentacao dele

terça-feira, julho 28, 2009

O Mundo sem Nós



Qualquer um cuja mente seja açodada por um mínimo de imaginação já conjeturou um mundo sem seres humanos. O que aconteceria se nós, humanos - cuja passagem pelo planeta Terra ocupa um ínfimo espaço no calendário global - simplesmente desaparecêssemos? Que catástrofes adviriam desta ausência? E que benefícios? É este o pano de fundo do livro “O Mundo Sem Nós” (The World Without Us), do jornalista Alan Weisman (veja aqui o site do livro).

Weisman traça um cenário aterrador sobre a influência daninha que o homem exerce sobre o planeta. Em suas 382 páginas, o livro deixa claro que, longe de ser o provedor que se imagina, o homem tem colaborado para o envenenamento contínuo de sua casa e, extinto, apenas interromperia este processo, fazendo com que a natureza, pouco a pouco, voltasse a ocupar os espaços da qual foi expulsa pelo “progresso”.

Diante da nefasta ação humana sobre o meio ambiente, há quem defenda que os seres-humanos tomem a iniciativa de deixar em paz a natureza. É o caso do “Movimento de Extinção Humana Voluntária” (VEHMT), que pretende suprimir a raça humana ao, voluntariamente, deixar de procriar, permitindo à biosfera terrestre retornar à boa saúde. Pode parecer maluquice, mas o movimento é sério e, diante da destruição que proporcionamos, tem fundamento. “Fazer tornar a Terra ao seu esplendor natural e encerrar o sofrimento inútil da humanidade são pensamentos positivos”, afirma o VEHMT.

Boa parte do livro se dedica a explicar o que aconteceria com o mundo caso os seres humanos fossem extintos. A partir de entrevistas com zoólogos, biólogos, engenheiros e paleontólogos, Weisman mostra que pouca coisa resistiria à ação do tempo e das forças da natureza, e revela como nosso “lixo tecnológico” continuará envenenando o meio ambiente nos milhões de anos vindouros.

Com uma narrativa recheada por pesquisas de campo, Weissman explica como nossa imensa infra-estrutura irá entrar em colapso e, finalmente, desaparecer juntamente com qualquer vestígio de nossa presença no planeta; como nossos artefatos do dia a dia se transformarão em fósseis; como canos e fios de cobre serão transformados em veios minerais; porque algumas de nossas construções poderão ser os últimos vestígios de arquitetura e como o plástico, as esculturas de bronze, as ondas de rádio e algumas moléculas criadas pelo homem poderão ser os últimos sinais de nossa presença no universo.

Em “O mundo sem nós”, descobrimos como as selvas de asfalto serão substituídas por selvas verdes em meios às cidades em ruínas; como as fazendas tratadas de forma orgânica ou química irão se transformar em áreas selvagens; como bilhões de pássaros surgirão e baratas sucumbirão sem nossa presença. Em lugares esquecidos ou abandonados pelos humanos (como um pequeno fragmento das florestas primevas da Europa, uma zona desmilitarizada entre as Coréias e Chernobyl), Weisman revela a tremenda capacidade de recuperação de nosso planeta.

Sem a presença humana, em dois dias o metrô de Nova Iorque seria inundado devido à paralisação do bombeamento de água. Sete dias depois, a reserva de emergência dos geradores a diesel que mantém em funcionamento o resfriamento de usinas nucleares chegaria ao fim. Passado um ano, um bilhão de pássaros deixaria de ser abatidos quando as luzes de sinalização das torres de rádio e comunicação apagassem e parassem de interferir em seu sistema de orientação. Dez anos depois de o homem desaparecer, o teto de celeiro com um buraco de meio metro quadrado, que já estava vazando na década anterior, já teria desaparecido há tempos. Passados cem anos, populações de pequenos predadores, guaxinins, doninhas e raposas diminuiriam graças à competição com um legado humano: s imensamente bem-sucedidos e ferozes gatos domésticos. Em mais 200 anos, as grandes pontes teriam desabado e barragens em todo o mundo destruídas. Cidades localizadas na foz de rios teriam sido destroçadas. Depois de alguns milhares de anos, qualquer parede de pedra que ainda estivesse de pé no hemisfério norte finalmente cederia ao frio.

Seriam necessários 35 mil anos para que o chumbo depositado durante a “era das chaminés” finalmente fosse removido do solo (para o cadmium serão necessários 75 mil anos). Pelo menos 100 mil anos depois da Terra ter se livrado de nós, o gás carbônico (CO2) terá voltado a níveis pré-humanos. O plástico, que tão orgulhosamente ostentamos em embalagens e produtos de todos os gêneros, precisará de pelo menos 100 mil anos para ser devorado por micróbios. Milhões de anos terão se passado antes de nossa presença física ter sido totalmente apagada. Esculturas de bronze ainda serão reconhecíveis em 10,2 milhões de anos. Ainda assim a vida na terra continuará em formas que jamais sonhamos pelos próximos bilhões de anos, até que nosso pequeno planeta seja queimado por um sol agonizante que, ao se expandir, englobará os planetas que o circundam (o que deve ocorrer daqui há cerca de cinco bilhões de anos). Ainda assim, o legado humano permanecerá para sempre em nossos programas de rádio e TV, cujas ondas, fragmentadas, ainda estarão viajando pelo universo.

O mundo sem nós

1 dia Combustível fóssil continuará alimentando usinas (em sua maior parte, automatizadas) por algumas horas. Também em algumas horas, a energia elétrica começará a entrar em colapso. Praticamente todas as usinas dependentes de combustível fóssil irão desligar.

2 dias Após 48 horas, os reatores de usinas nucleares entrarão em modo de segurança automaticamente. Turbinas de todos os tipos começarão a falhas devido a falta de lubrificação. Apenas áreas dotadas de energia provida por hidrelétricas ou energia solar contarão com eletricidade.

3 dias Metrôs que precisam operar com sistemas de bombeamento de água estariam inundados em menos de 36 horas.

10 dias Comida começaria a apodrecer nas prateleiras de supermercados e nos refrigeradores. Enquanto houver água derretida proveniente de refrigeradores e comida deixada à vista, os animais de estimação permanecerão nas proximidades de suas casas. Logo, no entanto, eles terão de procurar alimento em outros lugares. Àqueles que conseguirem sair de casa irão competir pela sobrevivência. Cães e gatos criados por meio de manipulação genética não encontrarão um nicho neste competitivo ambiente e estarão entre os primeiros a perecer. Por exemplo, as pernas curtas e boca pequena de bulldogs e terriers serão problemas para estas raças. Animais aprisionados em zoológicos morrerão de fome e sede.

6 meses Pequenas formas de vida selvagem não vistas com freqüência em meio à civilização – coiotes, gatos selvagens, lobos, veados etc – começarão a habitar os subúrbios das cidades. Os ratos já terão consumido nossos suprimentos estocados e começarão a deixar as áreas urbanas rumo às áreas selvagens.

1 ano Plantas começarão a brotar em meio a rachaduras no asfalto de estradas, ruas, passeios e construções. As últimas áreas com eletricidade cederão espaço a escuridão.
Barragens começarão a transbordar e se romper. Incêndios causados por raios terão destruído grandes áreas urbanas e selvagens. Várias espécies de animais terão avançado sobre as cidades.

5 anos A flora terá coberto a maioria das áreas urbanas com grama e árvores. Estradas serão cobertas por vegetação e, devido a falta de manutenção, desaparecerão.

20 anos As ruínas de Prypiat, na Ucrânia, abandonadas em 1986 após o desastre de Chernobyl, têm sido usadas como exemplo para demonstrar a decadência de áreas urbanas abandonadas após 20 anos sem a presença humana. Apesar dos altos níveis de radiação, muitas populações de animais, além de uma vasta flora, têm florescido nestas áreas.

25 anos O mar terá avançado sobre algumas áreas urbanas como Londres e Amsterdã, que são mantidas secas graças à engenharia. Janelas em prédios altos terão sido destruídas devido ao ciclo de frio e calor e devido à falta de manutenção nos seladores. Devido à falta de ajustes, satélites começarão a cair de volta à Terra.

40 anos Muitas construções de madeira terão se incendiado, apodrecido, ou consumidas por cupins. Árvores e vinhas terão se infiltrado e crescido em meio ao que restasse das construções de alvenaria, já bastante enfraquecidas pela ação dos elementos.
50 anos Estruturas de metal começarão a mostrar sinais de negligência. A pintura, que normalmente protege estas estruturas, já não existirá, expondo o metal aos elementos e permitindo a corrosão.

75 anos Muitos dos 600 milhões de automóveis que se espalham pelo globo terão sido reduzidos a escombros irreconhecíveis. Alguns veículos localizados em áreas de clima mais ceco não terão sofrido o efeito da corrosão de forma tão flagrante e ainda serão reconhecíveis.

100 anos Grandes pontes terão desabado devido à corrosão dos cabos de suporte. Muitas estruturas construídas pelo homem terão desabado em um período de 100 a 10 mil anos.

150 anos Muitas estradas e metrôs começarão a desabar sobre túneis inundados. Edifícios terão sido totalmente tomados por plantas, criando uma paisagem selvagem em um ecossistema vertical. Descendentes dos cães domésticos terão cruzado com lobos.
200 anos Grandes estruturas como o Empire State Building e a Torre Eifel terão desabado devido à ação da corrosão, das plantas e da água que terá desestabilizado suas fundações. Todos os livros e vídeos terão desaparecido sob a força do mofo.
500 anos Itens feitos com concreto começarão a ruir devido à expansão das barras de ferro que os reforçam.

1000 anos A maioria das cidades modernas terão sido destruídas e/ou cobertas pelas florestas. Os amontoados de escombros se transformarão em montanhas e colinas. Rios voltarão as suas margens originais. Haverá poucas evidências de que uma civilização humana tenha existido a Terra. Certas estruturas feitas de tijolos de pedra ou concreto, como as Pirâmides do Egito ainda estarão de pé com danos mínimos.

10.000 anos As construções de concreto cederão devido à erosão e aos efeitos cumulativos da ação sísmica.Neste período, qualquer evidência substancial da humanidade terá desaparecido. Apenas algumas coisas ainda permanecerão, como os pedestais de granito ou concreto sólidos da Estátua da Liberdade. As Pirâmides de Gizé ainda estarão de pé, embora bastante enterradas na areia do deserto. Porções do Grande Muro da China também permanecerão visíveis. As faces do Monte Rushmore ainda estarão reconhecíveis por centenas de milhares de anos. Nossos ossos, escombros, plástico e poliestireno (isopores) poderão ser os últimos sinais da humanidade.

Alan Weisman é autor de cinco livros, incluindo “O mundo sem nós”. Seu trabalho já apareceu na Harpers, New York Times Magazine, Los Angeles Times Magazine, Discover, Atlantic Monthly, Condé Nast Traveler, Orion e Mother Jones. Weisman tem um programa na National Public Radio e na Public Radio International e é produtor sênior da Homelands Productions, organização jornalística que produz séries independentes de documentários para a rádio pública. Ele leciona jornalismo internacional na University of Arizona.

terça-feira, junho 02, 2009

quinta-feira, maio 21, 2009

Maionese de Cenoura


Ingredientes:
2 cenouras médias
1 dente de alho
Suco de 1/2 limão
1 colher de óleo
sal

PREPARO: Cozinhe cenouras até amolescerem, e deixe esfriar.
Corte a cenoura cozida em pedaços e bata no liquidificador com um pouquinho do próprio caldo, adicionando o alho, o limão, o óleo e o sal.



Dicas:
Você também pode adicionar orégano, salsa, o próprio talo da cenoura, beterraba, enfim, soltar a imaginação.

segunda-feira, maio 18, 2009

sexta-feira, maio 08, 2009

Fazer xixi no banho para economizar água...


Uma campanha da Fundação SOS Mata Atlântica lançada nesta semana encoraja os brasileiros a fazer xixi enquanto tomam banho como uma forma de reduzir o uso de água. Segundo a fundação, ao fazer isso, cada pessoa economiza uma descarga por dia, equivalente a cerca de 12 litros de água. Em um ano, a economia total seria de 4.380 litros de água potável por pessoa. A campanha foi criada pela agência F/Nazca e tem um sapo como protagonista.

No material, a Ong explica que a prática não é anti-higiênica, já que 95% da urina é água e que os outros 5% são compostos por uréia e sal. A organização orienta os voluntários a fazer xixi no início do banho.

A campanha tem divulgação na internet com um site institucional (www.xixinobanho.com.br) e em comunidades de relacionamento - podem procurar no Orkut.

"estamos fazendo a conta errrada"


Quando o navio petroleiro Exxon Valdez naufragou nas costas do Alaska, foi necessário contratar inúmeras empresas para limpar as costas, o que elevou fortemente o PIB da região. Como pode a destruição ambiental aumentar o PIB? Simplesmente porque o PIB calcula o volume de atividades econômicas, e não se são úteis ou nocivas. Na metodologia atual, a poluição aparece como sendo ótima para a economia, e o IBAMA vai aparecer como o vilão que a impede de avançar. A análise é de Ladislau Dowbor.

breve explicação sobre o PIB e sobre como e porque tem muita coisa errada nesta história

sábado, abril 11, 2009

Em campo, ou "em praça", no caso..







Um trabalho de final de semestre me levou a esta situação: uma tarde e parte da noite em uma praça em pleno sábado de alelúia. Ao chegar, encontrei a praça da Gentilândia com aquela aparêncioa de abandono por conta do feriado. Cheguei meio sem jeito, fui fotografando umas frutas caídas no chão... O objetivo dessa pesquisa é levantar as relações existentes entre as árvores frutíferas dos espaços publicos com as pessoas que frequentam tais espaços.
Demorei muito para escolher esta praça, mas os resultados estão se mostrando surpreendentes! Apesar do susto de ter um rapaz querendo levar minha bolsa logo que me aproximei de um grupo de moradores de rua... Mas por sorte, ou talvez bem mais que isso, um dos rapazes, o Rodrigo, mandou o cara embora e os outros me acalmaram. Passado o susto,um dos rapazes,o Maurício, subiu numa das mangueira para me mostrar como eles sobem.
E pude anotar algumas coisas que me chamaram a atenção:
Há umas varetas de metal que são cravadas nos troncos das mangueiras para facilitar a subida.
Outra coisa interessante é que os frutos são colhidos, guardados para amadurecer e vendidos! Issos mesmo, vendidos, pelos moradores de rua que frequantram a praça para os moradores do entorno e para o pessoal das barracas que vendem lanches!
Mais surpreendente que toda esta teia de relações, só o comentário do Maurício, que apos explicar sobre a coleta e a comercialização, completou: "essas mangas são melhhores que as vendidas por aí, por que não são amadurecidas com carboreto"! Isso realmenente eu não esperava ouvir...Salve o mundo globalizado!

quinta-feira, abril 09, 2009

Ser uma música...





Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire



Estava ocupadamente abrindo o meu e-mail, quando encontrei um teste que dizia qual musica do Los hermanos cada pessoa é... Bem, adoro testes.. não pude resistir. E heis o resultado. Sou mesmo eu1 algo exagerado e meio sem noção.
O teste é curtinho e o resultado meio surpreendente. Quer testar?
Que Música dos Los Hermanos Você é?

terça-feira, abril 07, 2009

escrever

Escrever sobre o que quer que seja, é tentar fugir um pouco...
Deixar de lado a própria vida.
Falar sobre algo que se (des)conhece
Parece mais simples..
Mas é uma (des)construção do que se espera,
Da demora, da hora, do tempo...
E os ponteiros se arrastam mais devagar...
E tudo corre...
Menos a mão. Que discorre...
Antes de concretizar alguma (in)certeza

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Voltar


Não que eu seja assim muito paranóica, mas é que realmente morro de medo de eletricidade - aparelhos ligados,fios elétricos, tomadas... as vezes até passo ver4gonha com certos sustos. aqui em casa, que costuma ligar tudo na tomada são meus irmãos. Tenho muito a agradecer a eles pela paciencia: Obrigada monstrinhos do meu coração!
Mas o estranho mesmo foi um sonho q tive esta noite... nossa. Não lembro mais de tudo, só do principal. Estava andando em uma noite muito escura por uma rua deserta. eu e minha irmanzinha. Caminhávamos despreocupadas apesar do cenário um tanto quanto desolador. E de repente começa a chover em um lugar bem perto. Víamos uma cortina de chuva logo em frente, e nessas coisas estranhas que só acontecem mesmo em sonhos, continuamos a andar até que um raio cai em uma árvore perto de onde estávamos, era um cajueiro, queperde um galho ao ser atingido. e ejo claramente a eletricidade se desenhando em raios que se aspalhavam reluzindo um brilho de luar pelo chão de asfalto.
Era a beleza mais assustadora que já tive o privilégio de presenciar. E como um lago de gelo, o asfalto frio se rachava em brilho estrelar, pare derreter-se e voltar ao que era. Numa sensação de alívio logo interrompida pelo próximo raio, que caía no mesmolocal, carbonizando o galho caído e chegando bem mais perto. Um passo era o que nos separava o completo pavor da mais profunda calmaria... Um passo e era tudo o que eu não sabia o que fazer: impedir que minha pequena fosse em frente, e quanto mais rápido tudo acontecia, mais lentamente o tempo se desdobrava...
Sabe láo que é temer a beleza mais pura... E não me recordo de mais nada além da queda de minha pequena e do caldo de luar que escorria preenchendo as frestas imaginárias no asfalto. A acaba este único ato por detras de uma cortina de chuva.
Talvês seja esta a mágica dos sonhos... nos leva a viver e a morrer e poder voltar para, sei láo que diabos fazer com isso.

quinta-feira, outubro 23, 2008

DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL

Por Frei Betto



Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos,recolhido s em paz em seus mantos cor de açafrão.

Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foià aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom,então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não',retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'. 'Que tanta coisa?',perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e supermulheres totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um super executivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluíremaulas de meditação!

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias deginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha,uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Antes, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto,em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi­nho de prédio ou de quadra! Tudo évirtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.

A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.

A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá ese apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de quefelicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar esterefrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.

Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber ahistória daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral;hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinhade esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's.

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.'Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego,também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial deAtenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser FELIZ'

sábado, outubro 11, 2008

segunda-feira, agosto 18, 2008

domingo, julho 13, 2008

ODE AO GATO






por: Artur da Távola

Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.

Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
“Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige.

O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.

Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).

Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.

O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.

Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.

Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.

Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.

O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber.

domingo, julho 06, 2008

Opinião...

fazendo a costumeira leitura de meus e-mails, não pude deixar de prestar atenção na seguinte mensagem:
NOSSA ESCOLA

Vinhemos à Terra estudar ,
Reduzir nosso orgulho
Para a vida melhorar

O ser humano é responsável
Pelas portas que fechar
O nó que construir, ele tem de desatar

Ninguém vem do acaso,
Uns dos outros somos instrumentos
De progresso e elevação

O aborto é mazela
Interrompe a porta de entrada
A escola fica fechada


assim fico pensando - e decidindo se coloco em discussão nacional, ou apenas se escrevo para minha agendinha... ou se ignoro e deixo de me importar com nossa ABSURDA espécie...

tem muita gente no mundo, de modo a não sabermos administrar.
nem todos tem condições (sejam financeiras, estruturais ou emocionais) para criar crianças - irresponsabilidade é um grande problema... o que nos leva a não poder levar muito a sério a parte das medidas contraceptivas ao se lidar com IRRESPONSABILIDADE, seja ela adolescente ou não.

Paremos um pouco para pensar no tanto que nossas vidas estariam melhores se nossas ações fossem mais conscientes - falo em termos noção de suas conseqüências -, isso geralmente acontece quando elas já estão a se apresentar a nós... Não creio que seja tão diferente com a gravidez. Principalmente tratando-se de uma geração pós - HIV (ou em que a imunodeficincia já não se apresenta de forma tão grave quanto a uns vinte anos atrás).

Parando pra pensar - acho que se uma pessoa não tem condições de ter uma criança, é bom que ela não a tenha. isso ajudaria a amenizar nossa superpopulação sedenta de recursos naturais, assim como diminuiria consideravelmente o lucro de psiquiatras, psicólogos e fast-foods... pois teríamos menos pessoas problemáticas e paranóicas no mundo - algumas superam.. outras não.

Mas realmente acho que a maior questão aqui é: por que diabos é tão hediondo algo que se faz a todo instante? abortamos, ou melhor nossa sociedade - seja por total incapacidade ou por puro sadismo... é algo ainda a se examinar - transforma jovens crianças felizes e capazes em mortos-vivos, sem direitos ou condições de vida. Não seriam melhor que não tivessem nascido, a ter que passar uma vida a puxar carroças, catando alimentos do lixo alheio, sendo ignorados, excluídos, morrendo aos poucos - seja sob o céu cinzento e poluído das grandes metrópoles ou em latifúndios alheios com secas e enchentes...

acho que essa idéia de valor da vida é tão relativa... depende de que vida: a sua ou a de outra pessoa? E em que tempo?

Na maior parte da nossa história, matar pessoas é bom.Para isso inventamos as guerras. assim ganhamos, recursos, títulos, prêmios e tecnologia enquanto nos matamos poelas mais absurdas razões...

Assim eu pergunto, o que há de tão hediondo se alguém que não se acha capaz de ter uma criança - e que prova isso tendo irresponsabilidade o suficiente para, mesmo não querendo um filho, engravidar - impedir que essa criança indesejada nasça, consuma recursos naturais, não se encontre direito em nossa sociedade caótica e morra... de todas as formas que podemos matar alguém - inclusive pelo total e completo descaso.

Tem aqui um cara que fala muito bem do assunto, no meu entendimento. Assistam, vale a pena^^



quinta-feira, julho 03, 2008




coisas estranhas da vida...
andei repensando, e pensando, e dispensando...
e vi meu coração assim...

sexta-feira, abril 11, 2008

quinta-feira, abril 10, 2008


já falaram sobre mim de diversas maneiras, um moço que adoro me disse o quão assustadora e bela posso ser... outro de minhas qualidades de estrela que cai - realizando desejos- ...

Já tive Fãs, protegidos e protetores, já colecionei perdões, sermões, grilhões e amores.

Nem sei direito a quantas andam minhas cores...
sou tímida, ou temida caso me tentem, meus temores...

fui o que imaginei e o que me imaginaram. acho que fui o que quiseram e o que proibiram... Tentei agradar, tentei revidar e não me importar.... Mas me atirei de cabeça num mergulho cego rumo à sorte...
e esta sorriu de olhos fechados esperando o desejo...

sorvi o que quis de tudo o que tive... E me dei o que pude a todos que amei...

serei a promessa de algo que quero

mas por hora sou, apenas o que podem ver.

e estou de volta^^

domingo, setembro 23, 2007


Meu corpo leve em tuas mãos.
Beijo de olhares...
A valsa.
A farsa, o jogo.
E, durante um curto intervalo,
Tudo é como inventamos.

Cada passo um terremoto
Enfurecidos,
Sem remorso,
Devoramos nossos dias.

Somos dois desconhecidos
Forçadamente unidos,
Por nossa própria vontade.

quinta-feira, setembro 20, 2007

bandinha punkada essa!



a Bulimia é sem sombra de dúvida uma banda feminina feminista/feminista que luta justamente contra a cultura machista e patriarcal de nossa sociedade, que trata as mulheres como simples objeto, que deve seguir um padrão estereotipado de beleza para serem aceitas. São agressivas, inteligentes e tem rítimo (ou a ausência de rítimo que bem se enquadra na cultura punk rock)!
no site delas tem umas músicas demo que estou uvindo agora...
adorei!

terça-feira, julho 10, 2007

sabado foi um dia muito especial. acordei com todo o dia só pra mim e para uma festa de casamento as sete da noite.
como não ando muito acostumada com todo esse tempo "livre", resolvi me arrumar. primeiro banho, depilação, segundo banho cuidar das unhas, amaciar o corpo...
mas o dia de princesa se interrompe cruelmente pela realidade: é meu dia de cozinhar.
Sem problemas... é só levar na esportiva... trbalaho feito ( e gostoso) posso voltar pra brincadeira.
Hora da escolha de vestidos, nenhum presta direito. Resolvo me livrar de uns... e vou pro salão cortar o cabelo e fazer a maquiagem: nem demorou muito menos de duas horas.
fiz franja, e uma maquiagem bem fraquinha... e cinco e meia já estva pronta para que meu princepe encantador viesse me buscar.
E ele demorou quase meia hora... dia de coisas estranha: eu me cuidando, meu anjo se atrasando, o salão ser rápido, não ter nenhum trabalho... se fosse sonho eu apostaria no bicho preguiça mas aquela demora me fazia parecer pesadelo. A casa só. Eu e o nosso pit bull homossexual e violento... Já estva escurecendo, mas quando se espera o tempo de repaente esquece da gente.
E ele veio, como eu quase não mais esperava ^^
Veio lindo. Parecendo um "Sherloc Holmes".
A viagem foi tranquila e meu cabelo por sorte, e obra do cabeleireiro, não se assanho quase nada com o capacete.

Chegamos na Igreja, era um casamento católico, ¬¬, cedo. Ainda estavam apenas os frequentadores habituais do lugar... E logo ele descobriu que faltava as credenciais da recepção. ele foi em casa e eu fiquei lá, tentando puxar assunto com alguma beata, mas o acolhedor que inventou de querer me acolher ^^
Achei muito engraçado ele dizer que era raro moças comportadas como eu (nem sabia que seria capaz de enganar tanto), provavelmente o comentário foi porque meu vestido era longo e sem decote, além da maquiagem leve. Ele perguntou se eu era casada e, pasmem falou que uma irmã dele se casou aos doze anos - e eu que pensava que tinhamos saido do século XVII.
Felizmente a animada conversa foi interrompida com a chegada de um carro. Chegou o Noivo. Fábiuo estava lindo no terno! parecia nervoso e quando me aproximei estava frio.
Logo começaram a chegar os convidados em em pouco tempo já se formavam rodas de conversas bem definidas - meninas para um lado e rapazes no outro. Eu que sou metida fui me aproximando do noivo e praticamente não desgrudei dele. Gentilmente ele me apresentou aos deconhecidos ^^. Me surpreendeu foi como: como possivel esposa de seu irmão. Essa eu gostei. estou já assumindo que quero passar a vida com meu anjo-menino.
A festa foi linda, mas não pude aproveitar. Passei a maior parte do tempo tentando filmar a cerimonia. parei na hora da chuva de pétalas da saida. a diferença é muito grande entre a visão através de uma tela e ao natural...
A festa depois foi boa, as taças me deram um pouco de malancolia- isso quem sabe eu tente explicar depois- e o moço andando de um lado pro outro me dava uma imapiencia... se pudesse puxava ele de volta pro meu lado. Mas achei melhor não fazer isso. Nem sei se realmente pensei a sério... só sei que meus humores variaram muito, alegria pelos noivos, melancolia pelas taças, impaciencia com meu escolhido, ciume pela compania da ex que ele mais amou, e que volta e meia tenho certeza de que ele ainda ama como no dia em que a conheceu - isso é crise de insegurança, espero.
Mas estava constantemente me alegrando pelos noivos, falando nisso como era de se esperar a Noiva estva DI_VI_NA!e as festa animada a musica era boa que até tentei dançar uma, duas vezes. Na terceira foi meio estranho o forro pé de seeera convidava e a moça o chamou só que eu percebi isso enquanto terminava de convidar meu menino pra dançar ¬¬. (isso deve ter sido ruim pra ele)
Eu não sei nada de dança, mas me esforçei e se não tivesse que tirar os pés do chão até enganaria... achei gostoso o movimento - ele sabe dançar- o leve roçar dos corpos o calor de estar perto a musica inocente... me esqueci de todo o resto. mas logo mudou o ritimo e ele não quis continuar, pareceu irritado, ou apenas impaciente com minha inabilidade, sei lá. ^^
No mais foi bom, bebi, comi doces e arroz com salada, choveu, e, nosssa! quase me esqueçoo!
Quando a noiva finalmente jogou o bouquet, ele caiu perto e eu peguei, mas uma mulher puxou da minha mão ficando apenas umas pétalas de rosa vermelha. Bem sem problema...
O engraçado é que o meu anjo pegou o "cravo" jogado por seu irmão - tive a impressão de que foi mirado nele, mas acho que mesmo assim conta...
Bem a festa acabou, um bando de mal-educados levou os arranjos das mesas, e era tarde. mas ele me trouxe em casa. Agindo como marido ^^ ele explicou que eu não podia perder minha aula.
Achei bonitinho.
Ao ser entregue ele me deu um beijo de despedida e agradeci a (aula de) dança - o que não pegou bem... nada demais.
Só uma coisa que não entendo muito bem: pq o beijo tem que ser no final?
bem foi isso. precisava contar. talvez depois eu escreva sobre a melancolia das taças... mas eu demoro pra parar e escrever.